espanha baixa iva na compra de casas novas

imobiliário: o que vai mudar até ao final do ano?

o ministério das finanças publicou ontem uma lista com 209 medidas que terão de ser aplicadas até ao final do ano, e que vão no sentido do cumprimento do acordo celebrado com a “troika”. no que respeita ao sector imobiliário, há prazos apertados para fazer cumprir uma série de alterações.
casas penhoradas à venda com melhor financiamento

bancos vendem casas penhoradas com 50% de desconto

a crise está a fazer com que haja cada vez mais famílias a não conseguir pagar ao banco o crédito pela casa. os imóveis ficam na posse das entidades bancárias, que depois tentam recoloca-las no mercado para recuperar o prejuízo.
prestação da casa deve descer menos que o esperado

arrendar casa é mais caro que comprar

comprar ou arrendar casa? esta é uma pergunta que muitos portugueses colocam, sobretudo agora, que muita coisa vai mudar no sector imobiliário no país, devido ao acordo estabelecido entre o governo e a "troika", na sequência do pacote de ajuda a portugal de 78 mil milhões de euros.
crédito malparado na habitação atinge o segundo valor mais elevado de sempre

prestação da casa vai continuar a aumentar

 o presidente da associação portuguesa de bancos (apb), antónio de sousa, considera que a prestação do crédito à habitação vai continuar a subir. isto apesar de ontem os governadores do banco central europeu (bce) terem mantido a taxa de juro de referência para a zona euro nos 1,25%.
mais de 50 mil empresas não conseguem pagar o que devem à banca

prestação da casa fica quase 30 euros mais cara em abril

quem tem crédito à habitação está a começar a sentir o efeito da subida das taxas euribor, com o aumento da prestação a pagar ao banco no final do mês. segundo o público, os contratos de crédito à habitação com revisão em abril vão implicar aumentos significativos.
saiba como pode baixar a prestação da casa

saiba como pode baixar a prestação da casa

a prestação da casa é um encargo que as famílias portuguesas têm cada vez mais dificuldade em  suportar, e os próximos tempos não se  adivinham mais folgados, já que a tendência é que as taxas de referência euribor a três, seis e 12 meses não parem de subir.