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Airbnb proíbe festas em alojamentos em todo o mundo e limita ocupação máxima a 16 pessoas

A empresa alertou que haverá "consequências drásticas" para os anfitriões ou convidados que tentarem contornar estas novas regras.

Photo by Marvin Meyer on Unsplash
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Autor: Redação

A Airbnb - plataforma online de arrendamento temporário - decidiu proibir a realização de festas nos alojamentos que gere em todo o mundo e estipulou uma ocupação máxima de 16 hóspedes por casa. A medida, que pretende mitigar e evitar o contágio pelo novo coronavírus, permanecerá em vigor por tempo indeterminado até novo aviso. 

“As festas são proibidas em alojamentos em todo o mundo para todas as futuras reservas, e não podem ser alojadas mais de 16 pessoas ao mesmo tempo em qualquer alojamento”, informou a Airbnb, em comunicado. Estas medidas, diz, têm como objetivo promover a saúde pública e as viagens responsáveis, apoiando medidas de saúde de distanciamento social, em contexto de pandemia da Covid-19.

A Airbnb refere ainda que "16 não é um número mágico e que podem ocorrer problemas com grupos de qualquer tamanho." Por isso, a plataforma deixa claro que com a medida não aprova grupos/reuniões/convívios mais pequenos, e apela a que todos os membros da comunidade cumpram as restrições locais. A limitação para um máximo 16 pessoas, diz, é mais uma medida, entre muitas outras destinadas mitigar quaisquer esforços de uso indevido de um Airbnb para uma festa.

"Quando a pandemia foi declarada e o distanciamento social se tornou um elemento importante na promoção da saúde pública e viagens responsáveis, atualizámos as nossas políticas. Removemos o filtro de pesquisa “event-friendly” da nossa plataforma, bem como das regras da casas para “festas e eventos permitidos”. Mais importante ainda, introduzimos uma nova política, exigindo que todos os utilizadores cumpram as regras locais de saúde pública de combate à Covid-19", lembra a Airbnb. 

A empresa deixou ainda um alerta, avisando que haverá "consequências drásticas" para os anfitriões ou hóspedes que tentarem contornar estas novas regras, que podem variar de proibições dentro da comunidade até ações judiciais.