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Guia de investimento para principiantes: os 4 princípios básicos

rawpixel/Unsplash
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Autor: Redação

Fazer uma viagem, comprar um carro, uma casa, começar um negócio ou estar preparado para uma situação imprevista, como o desemprego, um acidente, doença ou despesa inesperada. As poupanças constroem-se para “encarar” todas as frentes de batalha. Ainda assim, é tão importante definir a quantia a colocar regularmente de lado como conhecer as regras para um investimento responsável. Eis 4 dicas para principiantes.

A gestão responsável e equilibrada de um orçamento familiar – aqui ensinamos-te a elaborar um em apenas quatro passos – deve destinar uma parte dos rendimentos à poupança, quer seja para a reforma ou para constituir um fundo de emergência, mas também ao investimento. A plataforma Todos Contam, um portal que é gerido pelo Banco de Portugal (BdP), Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e Instituto de Seguros de Portugal, explica algumas coisas que deve saber antes de contratar qualquer produto de investimento financeiro.

Os 4 princípios básicos a seguir

  1. É importante conhecer as características das aplicações escolhidas e avaliar previamente os seus riscos;
  2. Há que acompanhar o comportamento das aplicações ao longo do tempo e compará-lo com o de alternativas disponíveis no mercado;
  3. Há que evitar pôr em risco a poupança do agregado familiar;
  4. É importante ponderar a diversificação das aplicações financeiras.

Que opções existem?

  • Depósitos simples, contas de poupança, depósitos indexados e duais, com diferentes rendibilidades e riscos. São produtos bancários sujeitos à supervisão do BdP, explica o portal, onde o aforrador estabelece uma relação contratual com a instituição de crédito.
  • Ações ou obrigações, que podem ser emitidas por instituições de crédito e por empresas não financeiras - quando uma instituição de crédito comercializa ações ou obrigações ela atua enquanto intermediário financeiro. A supervisão destes produtos e mercados é da responsabilidade da CMVM.
  • Planos de poupança, tais como os Planos de Poupança Reforma (PPR), comercializados através das instituições de crédito ou de seguradoras. Estes produtos podem estar associados a seguros ou a fundos de investimento – os PPR associados a seguros são supervisionados pela Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e os PPR associados a fundos de investimento são supervisionados pela CMVM.
  • Certificados de Aforro ou Certificados do Tesouro. São produtos de poupança que representam dívida pública emitida pelo Estado Português. Estes certificados podem ser adquiridos nos balcões dos Correios de Portugal (CTT) ou através da página AforroNet do site do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), a quem compete a supervisão destes produtos.