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Condomínio Quinta Marques Gomes em Gaia vendeu 70 lotes de moradias em plena pandemia

Os pormenores sobre a reabilitação do palacete, destinado a um hotel boutique e a marca do operador, vão ser anunciados em breve pela UIP.

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Autor: Elisabete Soares (colaborador do idealista news)

Debruçado sobre a Foz do Rio Douro, junto à Afurada, em Vila Nova de Gaia, o empreendimento da Quinta Marques Gomes já vendeu 106 dos 122 lotes de moradias, ou ‘villas’, que constituem parte da oferta do projeto residencial. Nos últimos 12 meses foram colocados cerca de 70 lotes de moradias, para famílias que procuram mais qualidade de vida e privacidade.

“O sucesso comercial tem sido extraordinário”, diz ao idealista/news Ricardo Coimbra, diretor geral da Vérticus, empresa que, na fase inicial de desenvolvimento do projeto, prestou serviços de gestão, e atualmente continua ligada à fase de comercialização.

Na sua opinião, “a Quinta Marques Gomes será sempre um excelente investimento, não só pelo conceito inovador que proporcionará aos residentes um estilo de vida exclusivo, como se estivessem de férias num resort todo o ano”. Mas, sobretudo, “pelo selo de qualidade que a UIP dá ao empreendimento, por se tratar de operador turístico que vai estar sempre presente no condomínio”, considera o responsável.

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O projeto, localizado na freguesia de Canidelo, recebeu um novo ‘élan’ desde que foi comprado pela United Investments Portugal (UIP) - que conta já com projetos no Algarve (Pine Cliffs Resort), Cascais (Sheraton Cascais Resort), Porto (YOTEL Porto) e Lisboa (Hyatt Regency Lisboa) -, ao Fundo Imogestão, do Novo Banco, num negócio anunciado em maio de 2019.

Nessa altura, o novo proprietário estimava investir 200 milhões de euros no desenvolvimento do projeto residencial, que prevê também a construção de sete edifícios de apartamentos, um hotel de charme, um spa e espaço de restauração. A propriedade conta com uma área total de 27 hectares e tem previsto 76.000 m2 de construção, sendo o restante áreas verdes.

Maior procura dos lotes por clientes do Porto e Norte

Antes da primeira vaga da pandemia de Covid-19, “cerca de 10% dos clientes compradores tinham origem no mercado internacional”, de acordo Ricardo Coimbra. No entanto, nesta fase “a procura internacional passou a ser residual e os lotes estão a ser colocados só em clientes portugueses, principalmente com origem na Área Metropolitana do Porto e Norte”, diz.

Recorde-se que a primeira fase de comercialização ocorreu entre 2017 e 2019, altura em que o projeto foi lançado pelos anteriores proprietários. Nessa fase foram vendidos apenas lotes de terrenos das Garden Villas e River Villas. “Vendeu-se a totalidade das Garden Villas e cerca de 34% das River Villas", aponta.

Na segunda fase de comercialização, já sob gestão da UIP, iniciaram-se as vendas das Twin Villas V3 e V4 e continuam em venda as River Villas restantes.

A terceira fase de comercialização será dedicada à venda dos apartamentos que fazem parte da oferta dos edifícios, que segundo Ricardo Coimbra, irá acontecer em breve.

Villas com vistas desafogadas para o Rio Douro

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O masterplan da Quinta Marques Gomes foi desenvolvido para tirar o máximo proveito da morfologia natural do terreno. “Um perfeito anfiteatro que se desenvolve desde o alto do palacete Marques Gomes até à margem do Rio Douro, proporcionando aos seus moradores vistas sem igual”, destaca.

Assim as ‘villas’ estão distribuídas por cinco setores. As River Villas, com tipologias V4 e V5, encontram-se na primeira linha e apresentam “generosas áreas de terreno e de construção e serão desenhadas à imagem do gosto e necessidades dos seus proprietários”, destaca. As áreas de terreno variam entre os 1.100 m2 e os 3.016 m2, enquanto as áreas de habitação têm entre 316 m2 e 379 m2.

As Garden Villas apresentam quatro frentes e estão situadas no centro do condomínio, com vistas que se prolongam pelo espaço verde do jardim comum da Quinta Marques Gomes. “Tem disponível um único projeto tipo, equilibrado e consensual, cujo ‘layout’ interior e acabamentos poderão ser adaptadas ao gosto e ao estilo de vida dos proprietários”, acrescenta. A área de terreno tem aproximadamente 770 m2 e as áreas de habitação entre 252 m2 e 316 m2. Com área de estacionamento variável, são de tipologias V4 e V5.

Já as Twin Villas, V3 e V4, são “habitações de conceção equilibrada e funcional, situadas no setor mais elevado da Quinta Marques Gomes, imediatamente abaixo do hotel”, detalha frisando que, tendo “projeto tipo uniforme, têm também a possibilidade de serem customizadas, permitindo-se escolher a solução interiores que melhor se adaptam ao estilo de vida dos proprietários”. Apresentam áreas de terreno entre os 434 m2 e os 1200 m2 e áreas de habitação entre 207 m2 e os 252 m2.

Edifícios de apartamentos na zona nascente da quinta

Localizada na zona mais a nascente da Quinta Marques Gomes, a parte dos apartamentos ficará distribuída por sete edifícios, de R/Chão e quatro pisos e com tipologias entre T2 e T4. “Estas frações ficam orientadas a poente, de forma a que todas as habitações possam usufruir de uma paisagem única, sobre a Foz do Rio Douro e o Oceano Atlântico”, indica o responsável da Vérticus.

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Acrescenta que serão apartamentos muito amplos, com grandes varandas e jardins privativos. Terá também algumas penthhouses.

Tem ainda previsto um boutique hotel, cujo projeto será anunciado brevemente, que contemplará a reabilitação do palacete da quinta, “de forma a devolver-lhe todo o glamour arquitetónico original, adaptado a um estilo de vida atual e destinado ao turismo de luxo. A marca do operador será também oportunamente anunciada”, antecipa.

Os proprietários das ‘villas’ e dos apartamentos da Quinta Marques Gomes poderão usufruir de todos os serviços disponibilizados pela unidade hoteleira, nomeadamente o Serenity SPA, o espaço de restauração, piscinas, entre outros que serão anunciados com a apresentação da unidade hoteleira, acrescenta Ricardo Coimbra.