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ReTuna, a casa que vai acolher a loja de produtos em segunda mão da Ikea

Esta será a primeira loja da gigante nórdica de decoração e mobiliário no mundo. Vai abrir portas no Retuna, um centro comercial dedicado a estes produtos.

Sofia Bystedt (Retuna) e Jonas Carlehed (Ikea) / IKEA
Sofia Bystedt (Retuna) e Jonas Carlehed (Ikea) / IKEA
Autor: Redação

A gigante nórdica de decoração e mobiliário Ikea vai abrir a sua primeira loja de artigos em segunda mão do mundo, na Suécia. O local escolhido para ser a “casa” deste novo projeto chama-se ReTuna, um centro comercial onde apenas se vendem produtos reutilizados, orgânicos ou produzidos de forma sustentável. Quer isto dizer que quem visitar este espaço, localizado na região metropolitana de Estocolmo, poderá trazer para casa produtos Ikea que foram restaurados, mas por um preço “simpático”.

“Na IKEA não queremos apenas fazer parte do movimento de sustentabilidade - queremos liderá-lo. Se quisermos atingir os nossos objetivos de sustentabilidade, temos que nos desafiar e testaras  nossas ideias. A crise climática não pode ser resolvida em teoria, tem que ser resolvida na prática ”, afirma Jonas Carlehed, manager da área de sustentabilidade da IKEA Retail Sweden, citado em comunicado.

Com este novo projeto, a marca pretende dar mais um passo para a concretização do seu objetivo: não só o de inspirar mais pessoas a viver uma vida mais sustentável dentro dos limites do planeta, mas também abrir caminho para uma mudança em direção a um modelo de negócios circular.

Retuna, o centro comercial de artigos em segunda mão / IKEA
Retuna, o centro comercial de artigos em segunda mão / IKEA

O ReTuna ganhou fama internacional desde a sua inauguração, há cinco anos, segundo a Ikea. Em muitos aspetos, é parecido com qualquer outro shopping, mas sua localização é um pouco fora do comum – fica mesmo ao lado de um centro de reciclagem.

“O nosso planeta é nossa casa comum. Só podemos criar um mundo mais sustentável se o fizermos em conjunto com outros. Agora, estamos a unir esforços com entidades locais, que partilham a mesma visão que nós ”, afirma ainda Jonas Carlehed.