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Casas pré-fabricadas: a solução para o mercado imobiliário londrino

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Autor: Redação

Londres vive um cenário dramático em termos de habitação. Para solucionar a falta de casas que se vive na cidade - e garantir mais e melhor oferta de imóveis, a preços razoáveis -, a Câmara Municipal de Londres está agora a avaliar a possibilidade de utilizar casas pré-fabricadas.

Londres precisará de construir 50.000 mil casas por ano nas próximas duas décadas para conseguir dar resposta à atual procura. Neste momento, só consegue responder a metade das necessidades, em grande parte porque as técnicas tradicionais de construção não permitem o rápido desenvolvimento de novos prédios ou moradias.

A Presidente do Comité de Planeamento Urbano de Londres, Nicky Gavron, divulgou recentemente um relatório que recomenda mudanças nos regulamentos de construção, permitindo a utilização de técnicas de casas pré-fabricadas e módulos, para que seja possível aumentar a oferta em Londres, que vive uma crise na oferta imobiliária. 

Gavron reconhece que o objetivo de 50.000 mil novas casas por ano só seria possível com uma mudança nas técnicas de construção, algo apenas possível atualmente com o recurso a módulos. 

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Estas técnicas permitem a construção de edifícios em poucos dias e de uma forma sustentável do ponto de vista ambiental. Há exemplos como o prédio PLACE/Ladywell, composto por 24 casas e oito instalações comerciais que foram construídas numa semana. 

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A oportunidade é única, já que Londres possui um mercado de elevada procura. Além disso, o setor da construção pré-fabricada revela-se, cada vez mais, sofisticado e tecnicamente avançado, pelo que a construção de edifícios ou apartamentos em poucos dias ou semanas, seria barata e segura. 

A criação deste tipo de casas pode mesmo ser uma alternativa útil para os compradores e que favorecerá a oferta de preços mais acessíveis no mercado.