Notícias sobre o mercado imobiliário e economia

Icónica Casa Batlló em Barcelona de portas fechadas devido a atos de vandalismo

Ruggiero Calabrese on Unsplash
Ruggiero Calabrese on Unsplash
Autor: Redação

A conhecida Casa Batlló, um edifício modernista de Antoni Gaudí localizado no centro histórico de Barcelona – uma das atrações turísticas da cidade espanhola –, fechou ao público esta quinta-feira (29 de outubro de 2020), na sequência de atos de vandalismo e de uma greve decretada pelo sindicato Solidariedade e Unidade dos Trabalhadores (SUT).

“A Casa Batlló fecha portas para proteger os seus empregados, os visitantes e o icónico edifício de Gaudí de atos de vandalismo”, lê-se na página oficial do edifício, classificado como Património da Humanidade em 2008.

De acordo com o jornal espanhol El País, os manifestantes, convocados pelo sindicato SUT, já partiram um vitral de 1906 e lançaram fogo às portas do imóvel. Os desacatos mais recentes junto à Casa Batlló surgiram na sequência de uma primeira manifestação promovida pelo SUT no dia 8 de outubro, no lançamento de várias acções de protesto e reivindicação por melhores condições de trabalho no edifício, escreve a publicação.

Na Casa Batlló trabalham, segundo fontes dos proprietários do edifício, a família Bernat, 35 pessoas com contratos temporários da empresa Staffpremium, responsável pela gestão do imóvel, sendo que antes da pandemia da Covid-19 o número de subcontratados pela companhia chegava aos 60, tendo atualmente esse número descido bastante.

No comunicado que consta no sita da Casa Batlló é referido que a Staffpremium “teve desacordos internos com alguns dos seus trabalhadores, que iniciaram uma greve por tempo indeterminado”.