A mansão mais cara do mundo pertence ao príncipe herdeiro saudita

A mansão mais cara do mundo pertence ao príncipe herdeiro saudita

Foi há dois anos que o Castelo Luís XIV, em Versalhes (Paris), foi comprado pela módica quantia de 275 milhões de euros. Na altura a “casinha” ganhou um novo título: o de casa mais cara do mundo. O que é faltava saber? A identidade do comprador. Mas eis que o nome do proprietário da extravagante propriedade foi revelado: estamos a falar de Mohammad bin Salman, o príncipe herdeiro saudita.
Estes são alguns dos (maiores) fracassos arquitetónicos do mundo

Estes são alguns dos (maiores) fracassos arquitetónicos do mundo

Falta de planeamento, falhas ao nível do design, corrupção ou até excessos de custos. Avanços e recuos. Projetos que nunca viram a luz do dia. Longos anos de intervalo entre o início da construção e respetiva finalização. Às vezes 10 anos de diferença, para um projeto passar da ficção à realidade. Estas são algumas das características comuns a todos os grandes fracassos arquitetónicos do planeta. São os chamados desperdícios de capital, e estão espalhados um pouco por todo o mundo.
Sanitas à entrada de casa e banheiras no terraço? Apresentamos-te as “genialidades” japonesas

Sanitas à entrada de casa e banheiras no terraço? Apresentamos-te as “genialidades” japonesas

Quando achamos que já vimos de tudo, eis que os japoneses nos surpreendem com soluções de génio. Neste país falta espaço... mas não falta imaginação. A verdade é que a densidade populacional nas grandes cidades do Japão representa um problema no que toca aos espaços habitacionais. As soluções para o problema são muitas: algumas delas autênticas pérolas, ou como quem diz... autênticos desastres.
A Google vai construir a sua primeira “smart city” em Toronto

A Google vai construir a sua primeira “smart city” em Toronto

A Alphabet, empresa-mãe da Google, está a preparar-se para construir uma pequena “smart city” (cidade inteligente), em Toronto, dando forma à ideia de como serão as cidades do futuro. A entrada da gigante de Silicon Valley no campo urbanístico inaugura uma nova era para as cidades. Porquê? Porque estas poderiam ceder parte do seu planeamento urbano, assim como dados, aos gigantes tecnológicos, em troca de "know-how".