A pesquisa encontrou 2517 resultados
Resultados da pesquisa
A entrega do teu primeiro IRS pode parecer um bicho de sete cabeças, com vários quadros, anexos e códigos a preencher é normal que vão surgindo algumas dúvidas. A verdade é que parece mais complicado do que efetivamente é.
A casa tem o poder de contar a nossa história, mas nem sempre é fácil, sobretudo, para os jovens portugueses, que têm hoje sérias dificuldades no acesso à habitação e em criar uma identidade própria, dados os altos preços, subida de juros, salários baixos e instabilidade laboral. Muitos vivem até tarde em casa dos pais e outros em casas partilhadas. Num momento em que novas políticas de habitação estão a nascer em Portugal, o idealista/news foi descobrir junto de especialistas como querem e podem viver os jovens e que alternativas têm na hora de procurar casa.
Os funcionários públicos ganham, em média, mais 684 euros por mês que os trabalhadores do setor privado. Esta é uma das conclusões a retirar de um boletim do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgado esta terça-feira (23 de maio de 2023), relativo às remunerações auferidas em 2021 – são contabilizados todos os rendimentos e não apenas o salário base do emprego principal.
O acesso à habitação por parte dos jovens é um dos principais desafios que o mercado imobiliário enfrenta em Portugal. Isto porque o preço das casas, quer para comprar, quer para arrendar é desproporcional face aos seus rendimentos. E é por isso mesmo que os jovens portugueses têm cada vez mais dificuldades em emancipar-se. Os dados do Eurostat mostram que 56,4% dos jovens portugueses entre os 25 e os 34 anos vivia em casa dos pais em 2021, uma percentagem que aumentou 11,9 pontos percentuais (p.p.) em cerca de dez anos.
Em dezembro de 2022, nove em cada dez famílias portugueses tinham os respetivos créditos habitação indexados à taxa Euribor variável, que está a escalar mês após mês à medida que o Banco Central Europeu (BCE) sobe a taxa de juro diretora (está em 3,75%). Os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP) indicam que, no ano passado, “metade das famílias com crédito habitação teve um aumento de pelo menos 17% do valor da prestação”, um cenário que estará a aumentar este ano. A taxa de esforço, por seu turno, deverá ultrapassar a fasquia dos 40% até final do ano para muitos mutuários, sobretudo os que tem rendimentos mais baixos.
O Parlamento discute esta sexta-feira, 19 de maio de 2023, a proposta de lei do Governo com as medidas do programa Mais habitação, num debate a que se juntam dez projetos de lei, um projeto de deliberação e dois projetos de resolução da oposição. Eis um resumo das principais medidas – das menos às mais polémicas – que constam da proposta do Governo para combater a crise na habitação.
A habitação anda nas bocas do mundo e, hoje mesmo, o programa Mais Habitação vai estar no centro da agenda do país, ao ser discutido no Parlamento. Desenhado pelo Governo socialista de António Costa, foi apresentado, em março, como a solução para resolver a crise habitacional que se vive em Portugal, mas tem sido, desde então, alvo de fortes críticas e ataques a vários níveis, por parte de autarcas, players do mercado imobiliário, investidores, economistas e outros especialistas em habitação.
Vais comprar uma casa? Já pensaste inclusive em mudares-te com toda a tua família? Num momento em que a habitação é provavelmente o maior desafio nos últimos anos, tendo em conta o aumento do custo de vida e das taxas de juro no crédito habitação, é importante olhar para a convivência familiar que é cada vez mais valorizada. Esta semana selecionámos várias casas pensadas especificamente para promover a união e o fortalecimento dos laços entre diferentes gerações.
O setor imobiliário está a atravessar um momento agridoce. A resiliência mantém-se, mas a incerteza também. A procura de casas continua alta, mas a oferta ainda é escassa. Sintomas de uma “doença” antiga e que teima em não ter cura à vista. Diz quem anda no terreno que é preciso construir e vender casas para a classe média nacional e dar finalmente vida ao mercado de arrendamento. Mas como? A verdade é que, paralelamente, continuam a vender-se muitas casas no país, e a maioria a portugueses. Isto num contexto marcado por uma alta taxa de inflação e elevadas taxas de juro, que roubam poder de compra. Os promotores imobiliários não atiram a toalha ao chão, mas reclamam mudanças no setor. Expectativa e confusão caminham lado a lado nesta equação, nomeadamente com aquilo que será o programa do Governo Mais Habitação, que será debatido no Parlamento esta sexta-feira (19 de maio de 2023).
A Câmara Municipal de Grândola está a preparar um pacote de medidas para facilitar o acesso à habitação no concelho, e aumentar a oferta de casas a preços mais acessíveis. O plano inclui lotes municipais para autoconstrução; cedência de terrenos para construção cooperativa a custos controlados; e construção de habitação municipal para arrendamento acessível.
O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) disse que já foram reestruturados 8.000 créditos habitação e que o banco está a estudar medidas para que mais famílias que entrem em dificuldades consigam pagar os seus empréstimos. Em cima da mesa está, por exemplo, um apoio complementar à bonificação dos juros e fixação da prestação.
A nova Lei da Habitação em Espanha veio encher o setor de dúvidas e pode significar, por exemplo, o desaparecimento de pequenas empresas imobiliárias. Está no Senado a aguardar tramitação e entrar em vigor antes eleições regionais e municipais de 28 de maio, e traz muitas medidas de longo alcance. Vozes do setor dizem que as normativas são contra a profissionalização do setor e que até podem vir a atrapalhar as operações de compra e venda de casas ou arrendamento. Explicamos.
Estando no centro das atenções do mercado nacional e internacional, na semana passada, o SIL – Salão Imobiliário de Portugal 2023 registou crescimentos de quase 50% face à edição anterior, tanto no número de visitantes como de empresas expositoras.
Em Espanha, os jovens e as famílias vão ter novas ajudas para comprar a primeira habitação. O Conselho de Ministros espanhol deu luz verde a uma linha de garantias de crédito do Instituto de Crédito Oficial (ICO) que se destinará a cobrir parcialmente o crédito habitação para aquisição da primeira casa. Trata-se da proposta avançada pelo primeiro-ministro, Pedro Sánchez, no passado fim de semana.
O ano ainda não vai a meio, mas a habitação em Portugal já podia ser eleita como tema central de 2023. A crise agudizou-se com a escalada inflacionista e subida repentina dos juros, e o mercado não está a conseguir dar resposta às necessidades da procura. O imobiliário continua a viver dias de dinamismo, mas também de incerteza. As casas já demoram mais tempo a vender-se, ainda assim, os preços mantêm-se estáveis – quer nos imóveis novos, quer usados –, e é provável que assim permaneçam, até porque o país continua a debater-se com um grande problema: a falta de oferta quer para comprar, quer para arrendar.
Lisboa continua a dar provas de como fica de cara lavada cada vez que surge um projeto de reabilitação que devolve a vida a um edificio devoluto e contribui para o aumento da oferta de casas na capital. Em agosto de 2018, como é possível ver na fotografia, o edifício Duque de Loulé 79, localizado na avenida com o mesmo nome, bem perto do Marquês de Pombal, foi vendido. Agora, quase cinco anos depois, o prédio, que foi reabilitado, vai renascer com 34 apartamentos que serão colocados no mercado de arrendamento. E o objetivo é atrair inquilinos portugueses, revela ao idealista/news Georges Matar, General Manager da empresa cipriota Immobilo Investments Ltd, responsável pela gestão do imóvel. Foi ali que em tempos, no início do milénio, a Residencial Dom José teve um hóspede especial: Cristiano Ronaldo.
Ter autonomia e mais independência: a aspiração de qualquer jovem que se prepara para fazer a transição para a vida adulta. Mas em Portugal, esse caminho está cada vez mais difícil. Desde os empregos e salários precários, às dificuldades no acesso à habitação. Comprar casa é, para muitos jovens, um sonho distante – e nem o arrendamento é viável em alguns casos. Os números do Eurostat não deixam margem para dúvidas: Portugal é o país da União Europeia (UE) em que os jovens saem mais tarde de casa dos pais - 33,6 anos, em média. E não é por apatia ou falta de vontade. A maioria não consegue mesmo pagar por uma casa.
A arquiteta Helena Roseta defende a existência de “programas permanentes” na área da habitação e afirma que desde o Programa Especial de Realojamento (PER), lançado em 1993, o Estado se demitiu de promover habitação pública.
Cinco arquitetos de Portugal, dos ateliês OODA Arquitetura e Pablo Pita Arquitetos, integram a lista “Europe 40 Under 40”, anunciada esta semana, que pretende distinguir os mais promissores profissionais da área. A lista de 2022/2023 inclui os arquitetos Diogo Brito, Julião Pinto Leite e Francisco Lencastre, do ateliê OODA Arquitetura, com escritórios em Matosinhos e Lisboa, e Pedro Pita e Pablo Rebelo, do ateliê Pablo Pita Arquitetos, do Porto.
“O mercado imobiliário revela uma vez mais uma forte resiliência e dinamismo, facto comprovado pela forte adesão das empresas ao salão e aos seus eventos”. A garantia é dada ao idealista/news por Sandra Bértolo Fragoso, gestora do Salão Imobiliário de Portugal (SIL), que arranca esta quinta-feira e termina domingo (7 de maio de 2023) – volta a realizar-se na FIL, em Lisboa, em simultâneo com a Tektónica – Feira Internacional de Construção e tem o idealista como media partner. “O SIL é o local certo para comprar, vender ou arrendar, desde a primeira habitação, à casa de férias ou ao escritório”, conta.