Frederico Gonçalves

Frederico Gonçalves

Fred foi o primeiro a chegar ao idealista/news em Portugal, em 2010, depois de ter estudado jornalismo e passado por redações. Desde então, dedica-se a conhecer a fundo o setor imobiliário, assumindo o desígnio de escrever sobre o mercado com dedicação, garra e qualidade. E sempre com um sorriso.

Projetos imobiliários em Cascais

Vai nascer em Cascais um projeto imobiliário “único” e “muito especial”

A Major Development (Major) está de pedra e cal em Portugal: já concluiu quatro projetos imobiliários, está a desenvolver também quatro e tem em ‘pipeline’ outros tantos, nomeadamente na Península de Tróia, na zona de Santa Apolónia, em Lisboa, e em Cascais, zona do país onde aposta forte. O segredo é a alma do negócio, mas Sidney Quintela, CPO da promotora imobiliária – integra o Major Group –, abre um pouco o jogo sobre um dos empreendimentos que está prestes a sair do papel: “Um projeto único, muito especial no setor imobiliário”, localizado na Aldeia de Juso, em Cascais.
Redução do crédito malparado em Portugal

Crédito malparado caiu dez vezes em Portugal na última década

Portugal encerrou 2025 com um stock de crédito em incumprimento/malparado (NPL – Non-Performing Loans) de 4.100 milhões de euros, um valor cerca de dez vezes inferior aos 42.100 milhões de euros registados dez anos antes, no final de 2015. Os dados, divulgados em comunicado esta quarta-feira (1 de abril de 2026) pela Prime Yield, que os analisou com base na informação da European Banking Authority (EBA), confirmam uma década consecutiva de desalavancagem do sistema financeiro nacional.
major group

"Em Portugal, as pessoas respeitam, vivem e deixam viver. Isso não tem preço"

A Major Development (Major) entrou em força no mercado residencial português em 2012, com o objetivo de “fazer do imobiliário um produto diferenciado”, confidencia ao idealista/news Sidney Quintela, CPO da promotora imobiliária (integra o Major Group). Mais de uma década depois, o balanço de atividade é positivo, com vários empreendimentos concluídos, em desenvolvimento e em ‘pipeline’, atesta, levantando um pouco o véu relativamente aos projetos que estão na calha, nomeadamente em Tróia e Cascais. Sobre a atratividade de Portugal, inclusive entre figuras públicas que pretendem investir no segmento de luxo, é perentório: "Aqui conseguimos ter simplicidade no estar, no convívio social, as pessoas respeitam, vivem e deixam viver. Isso não tem preço”.

Falta de casas: "Há um interesse crescente em reconverter imóveis"

Aumentar a oferta de casas no mercado é crucial para dar resposta à crise na habitação, ou de acesso à habitação, na qual se encontra o país. Em entrevista ao idealista/news, Rodolfo Natário, partner da Rodolfo Natário – Casas São Paixões, mediadora imobiliária portuguesa fundada em 2024, dá nota de um fenómeno a ganhar força: “Face à escassez de solo urbano e às restrições construtivas, há um interesse crescente em reconverter imóveis de uso comercial ou de serviços em habitação. Antigos escritórios, armazéns e até hotéis estão a ser transformados em apartamentos ou ‘coliving’. (…) Participamos em vários projetos de reabilitação de edifícios históricos para uso residencial e vemos este segmento crescer em 2026”.
Edifício transparente no Porto

Edifício Transparente parcialmente demolido – arquitetos questionam decisão

A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, e o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado, revelaram no início da semana passada que o Edifício Transparente, no Porto, vai ser parcialmente demolido, deixando apenas o piso ao nível da praia, com atividades de suporte à prática balnear. Uma decisão que não agrada aos arquitetos que estiveram diretamente envolvidos com a construção do imóvel e depois, mais tarde, com a sua requalificação. A autarquia está disponível para encontrar novos espaços para as empresas que lá se encontram.

“Em última análise, o verdadeiro luxo em Portugal é a autenticidade”

“Lisboa entrou definitivamente no radar internacional [dos investidores imobiliários], posicionando-se ao lado de capitais como Paris (França), Londres ou Barcelona (Espanha), e o Porto registou também uma transformação notável”. Para Luísa Fezas Vital, que foi nomeada recentemente diretora-geral da Athena Advisers Portugal (Athena) – sucedeu a David Moura-George –, “num mundo cada vez mais polarizado e instável, Portugal é visto como um porto seguro”. Em entrevista ao idealista/news aborda, entre outros temas, o segmento residencial premium, sublinhando que, “em última análise, o verdadeiro luxo em Portugal é a autenticidade”.
Engenharia, arquitetura e construção

Portugal terá um Manual de Boas Práticas para Projetos de Engenharia

A Ordem dos Engenheiros – Região Norte (OERN) apresenta esta quinta-feira (dia 9 de abril de 2026), às 15h00, no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, a primeira plataforma digital em Portugal que explica aos destinatários dos serviços o que precisam num projeto de engenharia antes de iniciar uma construção.

Trabalho flexível: "Cresce procura por espaços descentralizados"

A pandemia da Covid-19 foi um virar de página no mercado laboral. O teletrabalho ganhou força e as empresas, muitas, passaram a adotar o modelo híbrido, com os trabalhadores a dividirem o tempo entre a casa e o escritório. Com o trabalho flexível a assumir papel de destaque, os espaços corporativos têm vindo a tornar-se mais modernos e apelativos. E há uma tendência que parece estar a ganhar consistência neste segmento do imobiliário, com as companhias a instalarem-se cada vez mais fora do "miolo" das cidades, para estar mais próximas das zonas residenciais. “Verifica-se uma procura crescente por espaços descentralizados e de proximidade, complementares aos centros urbanos tradicionais”, conta ao idealista/news Mark Dixon, fundador e CEO da International Workplace Group (IWG).
Lei da nacionalidade aprovada no Parlamento

Lei da Nacionalidade aprovada com votos de PSD, Chega, CDS e IL

PSD, Chega, IL e CDS-PP aprovaram esta quarta-feira (1 de abril de 2026), em votação final global, um novo decreto de revisão da Lei da Nacionalidade, depois de o Tribunal Constitucional (TC) ter chumbado normas da primeira versão em dezembro passado. O novo texto agora aprovado seguirá para Belém e o Presidente da República, António José Seguro, poderá promulgar, vetar ou suscitar nova fiscalização da sua constitucionalidade.