Martim Galvão

Martim Galvão

Martim estudou jornalismo movido pela paixão pelo futebol, mas iniciou no idealista/news, em 2024, o percurso fora dos órgãos de comunicação social, dedicando‑se à produção de conteúdos sobre o imobiliário — onde continua a marcar golos.

Mestic

"Queremos redefinir e elevar a gestão imobiliária de luxo em Portugal"

O mercado premium português ganhou um novo nome de referência: a Mestic. Com sede em Lisboa, Sesimbra e com ambições de expansão para zonas como Comporta, Triângulo Dourado, Porto e Douro, a Mestic pretende elevar os padrões de sofisticação, privacidade e experiência no setor imobiliário nacional. Em entrevista ao idealista/news, Tomás Mendes dos Santos, Chief Strategy Officer da Mestic, explica como a empresa redefine a gestão de propriedades de luxo em Portugal.
Casas em Lisboa

Peritos sugerem usar mais-valias de heranças para habitação acessível

O Conselho Consultivo Europeu para a Habitação defende que parte das mais-valias imobiliárias resultantes de heranças deve ser utilizada para financiar habitação a preços acessíveis, ao mesmo tempo que terrenos urbanizados devolutos ou desaproveitados devem enfrentar uma tributação agravada para travar a especulação. No relatório apresentado esta semana, os especialistas pedem uma mudança na forma como a habitação é encarada na Europa, lembrando que “a política de habitação não é apenas uma questão de números”.
Mão-de-obra estrangeira

Imobiliário e construção recorrem à “via verde” para reforçar mão de obra

A contratação de trabalhadores estrangeiros ganhou um novo impulso no setor da construção e do imobiliário através da “via verde” para migração laboral regulada. Em pouco mais de sete meses, 1.305 imigrantes receberam visto ao abrigo deste regime especial, um mecanismo que está a tornar-se crucial numa altura em que as empresas enfrentam falta estrutural de mão de obra.
Setor residencial

Fundos veem demasiada “pressão” para investirem no residencial nacional

A gestora de fundos imobiliários Tristan Capital, presente em Portugal desde 2019 com investimentos em escritórios e logística, admite cautela no setor residencial. Apesar de ver oportunidades, a empresa considera que a instabilidade política e a pressão sobre o mercado dificultam decisões de investimento neste segmento. Em entrevista ao Jornal de Negócios, o diretor-geral Yassine Berkane sublinha que “no setor residencial, a dinâmica é bastante boa em Portugal, porque o que motiva investidores como nós é o desequilíbrio entre a oferta e a procura."