Construir uma ‘tiny house’ de raiz e sobre rodas pode ser uma verdadeira aventura para quem se atrever a vivê-la.
Até dezembro de 2020, Portugal soube negociar e vender o stock de crédito malparado, reduzindo-o a 14,3 mil milhões de euros. Mas esta tendência decrescente poderá estar prestes a mudar. Por um lado, o fim das moratórias poderá gerar risco de incumprimento.
Nem sempre é fácil encontrar os serviços para fazer microreparações em casa. Ou porque não conhecemos um profissional especializado na área, ou porque os processos ainda requerem visitas de orçamento e mostram alguma opacidade. Mas da dificuldade nasce a oportunidade.
Está a nascer em Lisboa um luxuoso empreendimento turístico e residencial, que promete ser a “combinação ideal entre lazer e investimento”. Chama-se Hyatt Regency Lisboa e é fruto da parceria entre a United Investments Portugal (UIP) e a Hyatt International Corporation, uma cadeia hoteleira internacional que, com este projeto, assinala a estreia em Portugal da sua submarca Hyatt Regency. Situa-se em Belém (Lisboa), junto ao rio Tejo, e vai disponibilizar cerca de 200 unidades de alojamento. O investimento total previsto situa-se nos 70 milhões de euros, avança Daniel Correia, diretor de real estate do Grupo UIP, em entrevista ao idealista/news.
No município do Porto, há vários aspetos em comum entre o mercado de arrendamento e o de compra e venda de casas. Em ambos, uma fatia expressiva das casas situa-se no centro histórico, é sobretudo de tipologias T0 e T1, e o maior número de operações registadas foi de imóveis usados. Assim é “Viver à Moda do Porto”, um estudo apresentado esta quarta-feira (dia 16 de junho de 2021) que faz um ‘raio-x’ ao mercado residencial deste concelho.
A SOLYD Property Developers chegou ao mercado imobiliário português há apenas seis anos e o deixou indiferente. Contam-se já 30 imóveis – entre edifícios e terrenos – que a promotora com raízes nacionais já adquiriu e tem vindo a desenvolver na Grande Lisboa e em Setúbal. O investimento acumulado da SOLYD já ascende aos 680 milhões de euros. E como é que começou esta viagem que veio colocar no mercado 1.500 novos apartamentos e 60 lojas?
Pelas ruas de Lisboa há uma dupla de consultores imobiliários improvável: Ricardo Faria, que trabalha na Remax há quatro anos, e Lucky, o seu parceiro de quatro patas. Andam juntos para todo lado, desde visitas a imóveis, a reuniões com clientes, assinaturas de contratos, escrituras, avaliações... Desde há alguns meses, tudo mudou na vida profissional de Ricardo Faria, que assume mesmo que Lucky torna o trabalho “mais alegre, mais informal, mais fácil, mais simples e com melhores resultados”, segundo disse em entrevista por escrito ao idealista/news.
Decorar um apartamento T0 no emblemático 266 Liberdade – historicamente conhecido como o edifício do Diário de Notícias – foi um dos grandes desafios que a decoradora Filipa Fleming enfrentou nos últimos tempos.
Foi com o foco em resolver o "enorme” problema da falta de oferta de habitação nova para a classe média que a 'joint venture' Quantico/Albatross Capital projetou o Antas Atrium, um empreendimento residencial que vai começar a ser construído em breve, entre maio e junho, deste ano. Este projeto imobiliário vai dar uma nova vida ao terreno que um dia foi a morada do antigo estádio das Antas, no Porto.
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