A Madeira é um destino que atrai turismo dos quatro cantos do mundo. O clima ameno, as praias banhadas pelo Oceano Atlântico, as casas tradicionais, a gastronomia e as suas florestas encantam quem visita a ilha.
Tornar os edifícios mais eficientes em termos energéticos é uma das prioridades a nível europeu. Até porque a construção de edifícios representa cerca de 40% das emissões de carbono. Para acelerar a transformação do setor e reduzir a pobreza energética, a Comissão Europeia (CE) está a avançar com a revisão da Diretiva de Desempenho Energético dos Edifícios. Mas os objetivos delineados podem estar mesmo comprometidos dada a desarticulação entre políticas europeias e nacionais. E o desfecho não é animador: “A Europa vai passar pela vergonha de chegar a 2030 e nada estar feito” no que diz respeito à melhoria da eficiência energética dos edifícios, garante Hugo Santos Ferreira, presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), na conferência que decorreu na manhã da passada sexta-feira, dia 13 de maio de 2022, no Salão Imobiliário de Portugal (SIL).
Os custos da construção estão a subir vertiginosamente. E esta é uma das preocupações do momento para a fileira da construção e do imobiliário, que vê as suas margens de lucro esmagadas. E, para muitos, está em cima da mesa uma subida dos preços das casas para acomodar este aumento. Como os salários dos portugueses não acompanham este ritmo de evolução, as previsões não são as melhores, sobretudo, para a classe média: “As pessoas vão deixar de conseguir comprar casa”, admitiu Pedro Vicente, administrador da Habitat Invest, na conferência que decorreu na sexta-feira, dia 13 de maio, no Salão Imobiliário de Portugal (SIL).
É oficial: o Conselho de Ministros aprovou, em redação final, o decreto-lei que prevê a revisão de preços das obras públicas, uma medida que vem dar uma resposta temporária ao aumento “excecional” dos custos de materiais de construção e de mão de obra.
Hoje, o mercado residencial está a viver grandes desafios em Portugal.
O conceito de cidade está a mudar.
O conceito de casa está a transformar-se. A importância de cada espaço da casa – do interior ao exterior – saiu reforçado da pandemia. O conforto, a segurança e a eficiência energética passaram para o topo das prioridades, impulsionando a procura por soluções de domótica nos últimos dois anos.
O futuro (e já o presente) é digital. A indústria 4.0 está aí e assiste-se à evolução gritante da digitalização nas mais diversas áreas de negócio: das telecomunicações ao ramo automóvel. E como é que o imobiliário está a abraçar esta revolução digital?
O futuro das casas é digital. A quarta revolução industrial está aí e, hoje, a transição digital, a transição climática, os dados e a economia baseada no conhecimento são desafios centrais para o imobiliário.
“O preço das casas está a subir”. “Casas estão a ficar mais caras em Portugal”. Títulos de notícias como estes invadem os ecrãs dos portugueses desde 2013. Foi no final desse ano que os preços das casas começaram a dar sinais de subida. E, desde então, não pararam de crescer, atingindo mesmo níveis preocupantes para as autoridades económicas e financeiras nos últimos anos. O resultado desta evolução está à vista: as casas para comprar ficaram 63,9% mais caras entre 2010 e o final de 2021, apontam os dados mais recentes do Eurostat. E esta evolução é mesmo a 11.ª mais acentuada dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE).
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