E se puséssemos aqui um lago? A imagem é simples, com água limpa, nenúfares, peixes e talvez uma pequena cascata ao fim da tarde. O que raramente aparece nessa fantasia é a escavação, a impermeabilização, a bomba e a manutenção.Entre a ideia e a obra vai uma distância que se mede em euros.
Numa obra, o pavimento exterior, seja no pátio, no terraço, na zona da piscina ou no caminho do jardim, costuma ser a última coisa em que se pensa e uma das primeiras a dar problemas.O chão "lá fora" parece um pormenor a fechar o orçamento mas é a superfície que mais uso leva, que mais castigo apanh
Se andas à procura de casa em Lisboa, no Porto ou na linha de Cascais, é provável que já tenhas reparado nelas sem lhes saber o nome: moradias de linhas horizontais, coberturas de pouca inclinação ou de terraço, grandes panos de vidro, madeira à vista e volumes de tijolo ou pedra que se ergueram ent
O terraço é talvez o espaço da casa com maior distância entre o sonho e a realidade. Na cabeça, é o rooftop de hotel de cinco estrelas, o sítio dos jantares ao pôr do sol e dos serões que se esticam até de madrugada.
Há casas que parecem certas à primeira vista. Espaços onde tudo encaixa, onde nada sobra e onde o olhar circula sem tropeçar.
Um T1 tem um problema: a mesma divisão onde tomas o pequeno-almoço é onde trabalhas, onde recebes um amigo ao fim da tarde e, muitas vezes, onde dormes.
Quem compra uma casa antiga sabe que está a comprar duas coisas: um conjunto de pormenores que já não se fazem - o pé-direito alto que enche a divisão de luz, o soalho de tábua larga que estala quando passas, os azulejos da cozinha, os estuques trabalhados no teto.Por outro, uma lista de problemas e
Uma garagem serve apenas para estacionar o carro (ou acumular tralha)? Talvez não!
Durante décadas, a casa foi desenhada com uma fronteira nítida entre o que se exibia e o que se escondia. A sala, a entrada e a cozinha “social” recebiam a luz certa, os materiais mais nobres e a decoração pensada ao detalhe.
Houve uma altura em que a cozinha de sonho eram um ambiente quase cirúrgico: ilha central de quartzo branco, armários sem puxadores, eletrodomésticos embutidos, tudo liso, tudo escondido, tudo perfeito.
O setor da construção e da remodelação está a atravessar uma transformação estrutural, impulsionada pela transição energética, pela digitalização e por uma nova exigência dos consumidores: casas mais eficientes, mais autónomas e tecnologicamente integradas. À conversa com o idealista/news durante o Salão Imobiliário de Portugal (SIL) 2026, Pedro Cabral, diretor do projeto PRO da Leroy Merlin, afirma que "a tendência que existe hoje mundial é a casa ser independente”. Entre eficiência térmica, produção de energia, conectividade e sustentabilidade, o mercado parece estar a caminhar para um novo paradigma habitacional – menos dependente, mais tecnológico e ambientalmente mais consciente.
Numa remodelação, há decisões que ficam pela estética momentânea e outras que têm impacto real no valor do imóvel. Entre estas últimas, os materiais ocupam um lugar central.
O cliente nacional e proprietário de habitação própria foram os que mais investiram em obras de remodelação durante o ano passado, motivados, sobretudo, pela procura de um maior conforto no lar.
O pé-direito alto já foi um detalhe arquitetónico associado a edifícios antigos, palacetes urbanos ou apartamentos de traça clássica.
Quando se fala em valorizar um imóvel, muitos pensam imediatamente em grandes remodelações, investimentos elevados ou obras profundas.
A humidade é um dos problemas mais comuns, e mais persistentes, nas casas portuguesas. Aparece em paredes, tetos, pavimentos e mobiliário, muitas vezes de forma silenciosa, até se tornar impossível de ignorar.
Instalar ar condicionado em casa já não é visto como um luxo e passou a ser uma necessidade de conforto, bem‑estar e qualidade de vida.
Renovar portas interiores pode ser uma das obras mais eficazes para dar um novo look à casa, sem gastar demasiado ou recorrer a uma remodelação completa. Ao contrário do que muitos pensam, trocar ou atualizar portas pode mudar não só o aspeto visual de um espaço, mas também a sua funcionalidade
Uma remodelação pode ir muito além de pintar paredes, trocar o chão ou renovar a cozinha. Na verdade, aquilo que a tua casa pode precisar para funcionar melhor para ti pode ser uma nova organização das divisões.
Imagina uma moradia no centro da cidade, onde um antigo pátio interior foi transformado num jardim envidraçado com plantas tropicais e um lago com carpas.
As casas antigas têm uma identidade única: tetos altos, paredes espessas, janelas trabalhadas e detalhes arquitetónicos.
A cozinha é muitas vezes descrita como o coração da casa.
Quando falamos em remodelações inteligentes, há um truque de design que continua a surpreender: as portas e janelas deslizantes.
Estás a pensar remodelar a casa e o chão flutuante já não tem o brilho de outros tempos? Tens riscos visíveis ou manchas feias? A primeira pergunta que surge é inevitável: será que dá para lixar um chão flutuante, como se faz com a madeira tradicional?
“As empresas estão a transformar os escritórios em espaços mais humanos, flexíveis e tecnologicamente avançados”. A garantia é dada por Vítor Cajus, Head of Project & Development Services na Cushman & Wakefield (C&W) Portugal, que revela, em entrevista ao idealista/news, que a procura por espaço de qualidade em Portugal, sobretudo em Lisboa e Porto, tem vindo a aumentar. “O escritório tradicional, onde se ia todos os dias, está a perder relevância. O futuro passa por espaços que promovem colaboração, cultura e bem-estar, adaptando-se às novas dinâmicas das equipas”, antecipa.
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