Notícia do dia 14 de abril de 2016

Novo fundo de reabilitação prevê renovar 7.500 casas em dez anos

O novo Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado (FNRE), que foi apresentado na semana passada (dia 7), em Lisboa – vai contar com 1.400 milhões de euros do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) –, tem como meta a criação de 7.500 novos fogos até 2027. Objetivo é envolver autarquias de todo o país, mas para já aderiram à iniciativa Lisboa, Porto, Coimbra e Vila Real.
Construção: OE2016 impede setor de crescer e reflete desinvestimento em obras públicas

Construção: OE2016 impede setor de crescer e reflete desinvestimento em obras públicas

A Associação de Empresas de Construção Obras Públicas e serviços (AECOPS) mostra-se preocupada com “o nível de investimento público previsto no OE2016”, considerando que o mesmo “corresponde a uma má gestão dos apoios comunitários, a menos emprego e a menos rendimento”. “[É] um fator recessivo que pode comprometer a recuperação da economia e travar os primeiros sinais de relançamento do setor da construção”, refere a entidade.
Trocado por miúdos: É possível renegociar créditos? Sim, e traz poupanças!

Trocado por miúdos: É possível renegociar créditos? Sim, e traz poupanças!

Os portugueses continuam com dificuldades em cumprir com as responsabilidades de crédito. Mas é possível renegociar os créditos e até se pode conseguir poupar dinheiro com esta opção. Fica a saber mais sobre este assunto. Artigo escrito para o idealista/news, no âmbito da rubrica “Trocado por Miúdos”, por João Raposo, partner da Reorganiza.
Novo Banco quer encaixar 700 milhões de euros com venda de imobiliário

Novo Banco quer encaixar 700 milhões de euros com venda de imobiliário

O Novo Banco vai prosseguir com a estratégia de desinvestimento de ativos não estratégicos, o que pressupõe a venda de ativos imobiliários e participações financeiras. O objetivo da instituição, que saiu do antigo BES, é encaixar 700 milhões de euros. A par disto, o banco promete que vai dar mais crédito à habitação.

FMI traça mau cenário para economia portuguesa

O Fundo Monetário Internacional (FMI) acaba de piorar as projeções orçamentais de Portugal, esperando que o défice seja de 2,9% este ano e que a dívida fique nos 127,9%, mantendo-se acima dos 120% até 2021. Estes cenários são mais pessimistas do que os do Governo, que antecipa que o rácio da dívida sobre o PIB seja de 127,7% no final de 2016.