Jessie Buckley tornou-se um dos nomes mais mediáticos do cinema britânico nos últimos dias. A atriz e cantora irlandesa, foi uma das celebridades que brilhou na noite dos Óscares, na madrugada de 16 de março de 2026, em Los Angeles, Estados Unidos da América (EUA), ao conquistar o prémio de Melhor Atriz depois da sua representação em "Hamnet".
A atriz construiu uma carreira sólida entre o cinema, a televisão e o teatro. Mas longe dos holofotes, prefere uma vida discreta e ligada à natureza. Ao contrário de muitas casas de famosos associadas a luxo ostentoso, as escolhas imobiliárias de Jessie Buckley refletem simplicidade e autenticidade.
Casas de Jessie Buckley em Londres
Durante vários anos, Jessie Buckley viveu no leste de Londres, uma zona conhecida pelo ambiente criativo e alternativo. Antes de conhecer o marido, Freddie Sorensen – profissional de saúde mental e ex-produtor de TV – viveu num flatshare entre London Fields e Bethnal Green.
Mais tarde, o casal mudou-se para um apartamento em Dalston. Segundo o jornal, há rumores de que ainda mantêm esta casa como base urbana. A localização não é por acaso:
- Próxima do Regent’s Canal;
- Perto do restaurante Brawn, em Columbia Road;
- Ao lado do Towpath Café, que chegou a servir o catering do casamento.
O estilo de vida em Londres
Viver em zonas como Dalston ou London Fields significa estar no centro de uma comunidade artística vibrante. Existem mercados de rua, cafés independentes e acesso fácil ao centro da cidade. Para uma atriz com forte ligação ao teatro, Londres continua a ser estratégica.
Mesmo depois do sucesso internacional, Jessie Buckley manteve uma relação próxima com a cidade. Esta continuidade reforça a ideia de estabilidade e raízes, algo que se reflete também nas suas escolhas imobiliárias.
O solar do século XVI em Norfolk
Apesar da longa ligação a Londres, a residência principal de Jessie Buckley é hoje bem diferente. Durante a pandemia, comprou uma casa senhorial do século XVI na zona rural de Norfolk.
Descrita pela própria no podcast Table Manners, de Jessie Ware, como “uma casa antiga incrível que está ali há imenso tempo”, a propriedade foi adquirida para renovação. O casal transformou-a numa casa de família, onde vive com a filha bebé.
Entre os elementos conhecidos da propriedade destacam-se:
- Estrutura original em madeira (timber-framed);
- Lareiras originais;
- Pomar;
- Jardim de flores silvestres;
- Um grande carvalho no jardim, onde celebraram o casamento em 2023.
Não foram divulgados valores oficiais da compra. No entanto, segundo dados do mercado local citados pelo Evening Standard, casas históricas em Old Buckenham e na região de Norfolk costumam ser vendidas entre 800.000 libras e 1,1 milhões libras (cerca de 936 mil euros e 1,29 milhões de euros à taxa de câmbio atual).
Casas mais pequenas no distrito de Breckland variam entre 350.000 libras e 600.000 libras (cerca de 410 mil euros e 702 mil euros). Estes valores dão uma referência aproximada para este tipo de património rural.
Como é viver em Norfolk?
Viver nos Norfolk é trocar o ritmo acelerado da cidade por paisagens abertas e natureza. A região é conhecida por aldeias históricas, campos agrícolas e propriedades com grande privacidade.
Se imaginares o dia a dia ali, encontras:
- Casas históricas rodeadas de terrenos amplos;
- Comunidades pequenas e tranquilas;
- Forte ligação à natureza;
- Mercado imobiliário com propriedades de época valorizadas.
Para Jessie Buckley, esta mudança parece alinhada com uma fase mais familiar da vida. O facto de ter restaurado uma casa antiga demonstra interesse por património e história. É também um contraste interessante com o mundo de Hollywood.
Percurso profissional de Jessie Buckley
Jessie Buckley nasceu em dezembro de 1989, cresceu numa família numerosa em Killarney, sendo a mais velha de cinco irmãos. Os pais, Marina e Tim Buckley, geriam uma residencial e um pub, onde eram frequentes as noites de música e literatura. Este ambiente criativo influenciou diretamente a sua formação artística.
Estudou na Ursuline Secondary School, em Thurles, e concluiu formação musical até Grau 8 na Royal Irish Academy of Music, em piano, clarinete e harpa. Aos 17 anos destacou-se no programa da BBC I’d Do Anything, o que a levou a estudar na RADA (Royal Academy of Dramatic Art), em Londres.
Entre os seus trabalhos mais reconhecidos estão:
- Wild Rose em 2019;
- The Lost Daughter em 2021;
- Hamnet em 2025.
Ao longo da carreira recebeu vários prémios, incluindo o Óscar de Melhor Atriz e Globo de Ouro. O reconhecimento internacional permitiu-lhe consolidar uma vida entre Londres e o campo inglês, mantendo sempre um perfil discreto.
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