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Estado de calamidade em Portugal acabará no dia 1 de julho, planeia Governo

Esta foi a data apontada pelo primeiro-ministro para a passagem à próxima fase do desconfinamento e entrada no estado de contingência.

Photo by Mathias Wichmann on Unsplash
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Autor: Redação

Com uma nova fase de desconfinamento à porta - no dia 15 de junho de 2020 levantam-se várias restrições, como a abertura de centros comerciais em Lisboa, e outras novidades a nível nacional -, o Governo está já a perspetivar os próximos passos. E anunciou já que o calendário de desconfinamento em cima da mesa prevê o fim do estado de calamidade no dia 01 de julho de 2020. Nessa data, o primeiro-ministro pretende que Portugal passe para o estado de contigência e admite mesmo que regiões como o Algarve e o Alentejo possam transitar para “mero estado de alerta”.

“Se continuarmos a evoluir positivamente como tem estado a acontecer, a nossa previsão é que a partir de 1 de julho possamos fazer uma alteração do estado de calamidade para o estado de contingência e, porventura, algumas regiões como o Algarve e o Alentejo, mesmo já para uma situação de mero estado de alerta”, disse o chefe de Governo, em conferência de imprensa esta terça-feira, após a reunião de Conselho de Ministros.

Para que tal seja possível, António Costa fez um apelo ao país: “Temos a responsabilidade de, coletivamente, como temos feitos até agora, continuarmos empenhados no controlo da pandemia de forma a que os resultados sejam possíveis de alcançar e a 1 de julho possamos dar este novo passo", frisando que o levantamento das "medidas de confinamento não pode significar qualquer tipo de relaxamento quanto às regras de distanciamento, proteção individual e higienização”.

 

A situação de calamidade no país devido à pandemia de covid-19 vai continuar até ao final do mês de junho devido aos feriados, festejos dos santos populares e reabertura das fronteiras aéreas.

“No conjunto do território nacional continuará a vigorar e até ao final do mês as regras atualmente em vigor, não porque se verifique uma alteração negativa do estado da pandemia, mas porque temos em conta que neste período se verifica a coincidência dos festejos tradicionais dos santos populares, a existência da abertura à Europa das fronteiras aéreas aos países europeus no próximo dia 15 e também o elevado número de feriados”, detalhou o chefe do Governo socialista aos jornalistas.

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