Aumento das rendas máximas do Programa Porta 65 - Jovem só em 2023

Arrendamento jovem: aumento das rendas máximas do Porta 65 só em 2023

Há alterações à vista no Programa Porta 65 – Jovem, que tem como objetivo apoiar o arrendamento de habitações para residência, atribuindo uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal, mas só no próximo ano. Em causa está a atualização das rendas máximas admitidas. A medida está prevista no Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), mas só terá efeito, afinal, a partir de 2023. Significa isto que os últimos dois concursos de 2022 – um deles arranca esta terça-feira e termina dia 30 de setembro – ainda estarão sujeitos aos atuais limites de renda, que estão desfasados da realidade do mercado de arrendamento.
Como está o Governo a combater a inflação

Programa Famílias Primeiro: como está o Governo a combater a inflação?

O Governo anunciou recentemente o Programa Famílias Primeiro, um plano que contempla um pacote de medidas que visa “reforçar o rendimento dos portugueses, a compensar o impacto do aumento dos preços e a devolver o adicional de receita de impostos cobrada devido à inflação”. Medidas essas, algumas, que estão diretamente relacionadas com o setor imobiliário, nomeadamente com o mercado de arrendamento. No artigo desta semana da Deco Alerta damos a conhecer algumas destas mudanças. Toma nota. 
Arrendar casa nos Açores

Rendas das casas sobem 2,8% em agosto em termos homólogos

As rendas das casas por metro quadrado aumentaram 2,8% em agosto face ao mesmo mês de 2021, acelerando face aos 2,7% de julho e com todas as regiões a apresentarem crescimentos homólogos, divulgou o INE esta segunda-feira, dia 12 de setembro de 2022.Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE),
iad compra HomePilot e aposta na gestão digital de arrendamentos

iad compra a HomePilot e aposta na gestão digital de arrendamentos

O grupo iad, unicórnio francês líder no setor imobiliário, comprou a Homepilot, startup especializada na gestão digital de arrendamentos imobiliários – em França, a empresa gere mais de mil milhões de euros em ativos imobiliários, ou seja, vários milhares de propriedades, sobretudo no segmento residencial. 
Habitação: Governo vai estudar práticas internacionais de regulação

Habitação: Governo vai estudar práticas internacionais de regulação

O Governo vai realizar um estudo ao mercado habitacional, com o objetivo de analisar as práticas internacionais em matéria de regulação e os respetivos resultados, bem como a situação atual do mercado de arrendamento em Portugal e respetivo regime legal, revelou esta quinta-feira (8 de setembro de 2022) o ministério das Infraestruturas e Habitação, em comunicado. O mercado de arrendamento tem estado, de resto, na ordem do dia, nomeadamente devido ao travão de 2% no aumento das rendas em 2023, anunciado recentemente pelo Executivo.
Arrendar casa em Portugal ficou 1,4% mais caro em agosto

Arrendar casa em Portugal ficou 1,4% mais caro em agosto

O ciclo inflacionista que está a assolar a Europa reflete-se nos diferentes setores da economia portuguesa, entre eles o imobiliário. As casas para arrendar continuam a ficar mais caras também por via do desequilíbrio entre alta procura para a escassa oferta.
inquilinos

Inquilinos pedem norma-travão que evite subidas de rendas além de 1%

O presidente da Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL) classificou de “incomportável” um aumento as rendas em função da inflação e exige ao Governo que crie uma “norma travão” que evite que a atualização ultrapasse 1% em 2023.“Se o valor da inflação para efeitos do aumento das rendas for de 5,4
subida das rendas

Aumento das rendas: Governo garante que "assunto está em análise"

O Governo garantiu à Lusa estar “a acompanhar as preocupações” face ao perspetivado aumento das rendas, que poderão subir mais de 5% no próximo ano, encontrando-se “em análise” eventuais medidas para travar esta subida.“O Governo está a acompanhar as preocupações que têm sido manifestadas sobre este
congelamento das rendas

Proprietários temem o congelamento das rendas devido à inflação

Mais de 30% dos proprietários teme a possibilidade de um congelamento administrativo das rendas, devido à subida da inflação, de acordo com um estudo da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), divulgado esta segunda-feira, dia 29 de agosto de 2022.A conclusão faz parte do 5.º Barómetro “C
Casas acessíveis em Matosinhos

Mais 1.500 casas em Matosinhos: autarquia investe 85 milhões de euros

A falta de habitação a preços acessíveis é um problema transversal a todo o país. E para resolver esta questão em Matosinhos (Porto), a autarquia e a MatosinhosHabit (empresa municipal de habitação) estão a trabalhar num plano que prevê investir cerca de 85 milhões de euros na construção e requalificação de habitação social, no âmbito do arrendamento apoiado e no programa municipal de apoio ao arrendamento. Ao todo este programa vai aumentar a oferta habitacional pública no concelho em mais de 1.500 casas.
Rendas a subir à boleia da inflação:

Rendas a subir à boleia da inflação: podem aumentar 5% em 2023

Arrendar casa está cada vez mais caro, tendo as rendas aumentado 2,7% num ano, em julho de 2022 face ao período homólogo. Um cenário que se deverá manter, visto que, como se esperava, o indicador que serve de referência para a atualização automática das rendas no próximo ano voltou a crescer em julho, fixando-se em 4,79%. Aproxima-se, desta forma, dos 5%, que seria o valor mais elevado desde a década de 1990.
rendas das casas mais caras

Rendas das casas sobem 2,7% em julho em termos homólogos

As rendas das casas por metro quadrado (m2) aumentaram 2,7%, em julho, face ao mesmo mês de 2021, mantendo o valor registado em junho e com todas as regiões a apresentarem crescimentos homólogos, divulgou o INE.Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em julho, “todas as regiões apres
Falta de casas para arrendar no Porto

Habitação no Porto: 1 em cada 10 casas está fechada e desabitada

No Porto, como no resto do país, há falta de casas no mercado. A oferta de habitação é escassa perante tamanha procura, um desequilíbrio que tem explicado a subida dos preços das casas, quer para comprar quer para arrendar. Mas um novo estudo indica que cerca de 15% das habitações situadas na cidade Invicta estão fechadas e desabitadas. Porquê? Explicamos tudo neste artigo.