Pobreza energética em Portugal

Pobreza energética: como ter um sistema de aquecimento adequado em casa

Com a chegada do frio e do inverno, são muitos os portugueses que não conseguem aquecer devidamente as respetivas casas. Usam sistemas de aquecimento que além de fazerem disparar a fatura da eletricidade podem prejudicar a saúde. Falamos da pobreza energética, que faz com que muitas pessoas tenham de se vestir em casa como se estivessem na rua. Será, então, que vale a pena investir num sistema de aquecimento adequado? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da Deco Alerta.
Frio em casa

Pobreza energética: mais de 47 milhões de europeus passam frio em casa

Em 2021, havia 31 milhões de pessoas em situação de pobreza energética na União Europeia (UE), ou seja, que afirmavam não ter meios para aquecer a casa. Mas o número disparou: há agora mais de 47 milhões de europeus nesta situação. E Portugal integra o grupo dos países mais afetados, com 2,2 milhões de habitantes sem acesso a aquecimento adequado e, portanto, mais expostos a problemas graves de saúde associados às baixas temperaturas.
Isolamento térmico da casa

Obras em casa: o que fazer para ter um bom isolamento térmico 

São muitas as famílias que se queixam de não ter um bom conforto térmico em casa: têm dificuldades em manter a habitação quente e acolhedora no inverno e fresca e amena no verão. Muitas vezes a solução passa por ligar o ar condicionado ou outros aparelhos, o que tem uma consequência direta na fatura da luz. Mas ter um bom isolamento térmico pode não ser complicado e dispendioso como parece. Explicamos tudo sobre este assunto no artigo desta semana da Deco Alerta.
Há mais pessoas em situação de pobreza energética em Portugal

Pelo menos 660 mil portugueses vivem em pobreza energética severa

Há em Portugal entre 660 a 680 mil pessoas a viver numa situação de pobreza energética severa, ou seja, pertencem a “agregados familiares em situação de pobreza cuja despesa com energia representa mais 10% do total de rendimentos” e que acumulam a “situação de pobreza monetária ou económica” com a impossibilidade de manterem as suas casas em condições de conforto térmico. Esta é uma das conclusões a retirar da Estratégia Nacional de Longo Prazo para o Combate à Pobreza Energética 2022-2050 (ENLPCPE 2022-2050).