Desempregados inscritos recuam 8,3% em fevereiro
O número de desempregados inscritos no IEFP, em fevereiro, foi o segundo mais baixo de sempre (315.645 pessoas) nos meses de fevereiro, tendo-se registado uma diminuição de 8,3% (menos 28.619 pessoas) face ao mês homólogo. Em causa estão dados divulgados pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social esta segunda-feira (20 de março de 2023), que se baseia em números do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).
Taxa de desemprego sobe para 7,1%: está em máximos de novembro de 2020
A taxa de desemprego subiu para 7,1% em janeiro, o valor mais elevado desde novembro de 2020 (7,3%), em plena pandemia da Covid-19. Trata-se de um valor bem superior quando comparado com o verificado no mês anterior (6,8%) e no período homólogo (5,9%). Em causa estão dados provisórios divulgados esta quarta-feira (1 de março de 2023) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Imobiliário e construção contribuíram para aumento do desemprego
As últimas estatísticas do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) revelam que, entre outubro de 2022 e janeiro de 2023, os setores do imobiliário e construção contribuíram para o aumento do número de desempregados inscritos nos centros de emprego.
Em que países europeus há mais trabalhadores por conta própria?
Em quase todos os países da União Europeia (UE) a maioria das pessoas trabalha por conta de outrem, ou seja, para outras pessoas ou para uma empresa. A maioria das pessoas prefere a estabilidade de um emprego nestas condições ou simplesmente não tem a oportunidade de abrir seu próprio negócio. Fazer isso requer, entre outras coisas, coragem, talento e muitas vezes algum dinheiro que possa servir como investimento.
Quase metade dos portugueses teme perder o emprego
Quase metade (48%) dos portugueses teme perder o emprego, sendo este o segundo valor mais elevado entre os países europeus – Portugal é apenas destronado por Espanha (56%). Trata-se de um valor 11% superior ao da média dos países que integram o estudo (37%), realizado pela Randstad.
Taxa de desemprego sobe para 6,7% – está em máximos de junho de 2021
A taxa de desemprego subiu para 6,7% em dezembro de 2022, o valor mais elevado desde junho de 2021, segundo dados provisórios divulgados esta terça-feira (31 de janeiro de 2023) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se de um aumento face ao mês anterior (6,5%) e ao período homólogo (5,9%).
Subsídio de doença atinge níveis históricos em 2022
Os dados mais recentes da Segurança Social (SS) relacionados com o subsídio de doença são alarmantes: em 2022, a SS pagou em média, mensalmente, 292.708 prestações por doença. Trata-se do valor mais alto de sempre desde que há dados. O mesmo acontece com o subsídio de desemprego, mas em sentido contrário, ou seja, está em mínimos.
Há cada vez mais famílias insolventes – sobretudo por desemprego
Nos primeiros nove meses de 2022, foram declaradas 5.161 insolvências de famílias, um número que representa 80% do total, visto que foram declaradas insolventes “apenas” 1.216 empresas. Esta é uma tendência que se tem verificado nos últimos anos, mas a diferença entre particulares e empresas nunca foi tão grande. Em causa estão dados do Ministério da Justiça.
Empresas imobiliárias estão a contratar? Perspetivas são positivas
Irá o setor imobiliário continuar a dar uma boa resposta ao contexto económico atual, marcado por uma alta taxa de inflação e consequentemente por uma perda de poder de compra, entre outros fatores? Os dados do ManpowerGroup Employment Outlook Survey relativos ao primeiro trimestre de 2023 permitem concluir, por exemplo, que os setores portugueses de Energia e Utilities, Tecnologias da Informação, Finanças e Imobiliário e Serviços de Comunicação são os que apresentam as previsões de contratação mais otimistas.
Taxa de desemprego sobe para 6,4% – está em máximos de julho de 2021
A taxa de desemprego já está a subir em Portugal, tendo aumentado para 6,4% em novembro de 2022, o valor mais elevado desde julho de 2021 (6,6%). Em causa estão dados provisórios divulgados esta sexta-feira (6 de janeiro de 2023) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). De referir que em agosto, setembro e outubro a taxa de desemprego tinha sido de, respetivamente, 6,0%, 6,1% e 6,0%.
Taxa de desemprego mantém-se em 6,1% em outubro
A taxa de desemprego em Portugal parece estar a manter-se estável, apesar do atual contexto económico que se vive, marcado por alta taxa de inflação e, consequentemente, por perda de poder de compra. Em outubro, a taxa de desemprego situou-se em 6,1%, valor idêntico ao registado em setembro, superior ao de julho (6,0%) e inferior ao do mesmo mês do ano passado (6,3%). Em causa estão estimativas divulgadas esta quarta-feira (30 de novembro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).
Crise alastra às tecnológicas? Empregados já estão a ser despedidos
O setor de tecnologia está a passar por uma grave recessão. De acordo com a Crunchbase, mais de 50.000 funcionários do setor nos EUA foram demitidos este ano. Às grandes manchetes de 3.700 demissões no Twitter ou às mais de 11.000 na Meta, empresa que controla o Facebook e o WhatsApp, entre outras, juntam-se pelo menos mais 1% dos quase seis milhões de trabalhadores empregados em empresas de tecnologia dos EUA.
Taxa de desemprego em Portugal aumenta para 5,8% no terceiro trimestre
A taxa de desemprego aumentou para 5,8% no terceiro trimestre, valor superior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à do trimestre anterior e inferior em 0,3 p.p. à do trimestre homólogo de 2021, divulgou esta quarta-feira (9 de novembro de 2022) o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Salários recuam com a experiência – baixam a partir dos 50 anos
Seria normal pensar que a antiguidade profissional, aliada à experiência adquirida com o passar dos anos, significaria um aumento salarial para os mais “velhos”. Mas será mesmo assim? Tendo por base o atual contexto do mercado laboral, as pessoas vão ganhando mais, ano após ano, até chegarem aos 50 anos de idade, mas depois os salários tendem a recuar.
Fed volta a subir juros em 75 pontos – taxas nos EUA já chegam aos 4%
Do outro lado do Atlântico, a Reserva Federal norte-americana (Fed) está a apostar todas as cartas na subida das taxas de juro para baixar a inflação que se sente nos Estados Unidos da América (EUA), até aos 2%, o nível em que é assegurada a estabilidade de preços na economia. Esta quarta-feira, dia 2 de novembro, o Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla inglesa) decidiu voltar a subir a taxa de juro em 75 pontos base, elevando-a para um intervalo entre 3,75% e 4%, o valor mais elevado no país desde 2007.
Taxa de desemprego já está a subir – aumentou para 6,1% em setembro
A taxa de desemprego aumentou para 6,1% em setembro, um valor superior ao registado em agosto (6,0%), mas inferior ao verificado em setembro do ano passado (6,3%). Em causa estão dados provisórios divulgados esta quarta-feira (2 de novembro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Taxa de desemprego na OCDE subiu ligeiramente em agosto para 4,9%
A taxa de desemprego na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) aumentou ligeiramente em agosto para 4,9%, sendo superior à verificada em julho (4,8%) e junho (4,9%). Em Portugal, manteve-se nos 6%, à semelhança dos anteriores três meses.
Taxa de desemprego estabiliza em agosto nos 6%
A taxa de desemprego terá sido de 6% em agosto, valor idêntico ao de julho, mas inferior aos 6,3% verificados no mesmo mês do ano passado. Em causa estão dados provisórios divulgados esta quinta-feira (29 de setembro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Taxa de desemprego recua para 5,9% em julho
A taxa de desemprego terá sido de 5,9% em julho, 0,1 pontos percentuais abaixo de junho e inferior aos 6,6% de julho de 2021, segundo dados provisórios divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Desempregados sem trabalho há dois anos ou mais
No final do segundo trimestre do ano, das 299 mil pessoas que estavam desempregadas, mais de um terço (35%) mantinham-se nessa situação há dois anos ou mais, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE). De acordo com os dados do INE, citados pelo Público, no segundo tri
Salário Vs inflação: portugueses ganham mais mas perdem poder de compra
A subida da inflação não está a dar tréguas em Portugal e no mundo. Um fenómeno que está a fazer soar os alarmes a nível nacional, visto que o ritmo de crescimento dos salários não está a acompanhar – ou está a revelar-se insuficiente para acompanhar – a subida dos preços, que dispararam em flecha nos últimos meses à boleia da taxa de inflação, que em Portugal já está nos 9,1%.
Desemprego está a recuar em Portugal em tempos de inflação alta
A taxa de desemprego recuou para 5,7% no segundo trimestre, um valor inferior ao registado no trimestre anterior e no trimestre homólogo em 0,2 pontos percentuais (p.p.) e 1,0 p.p., respetivamente. Em causa estão estimativas divulgadas esta quarta-feira (10 de agosto de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Taxa de desemprego sobe ligeiramente em junho para 6,1%
A taxa de desemprego em Portugal terá subido 0,1 pontos percentuais (p.p.) num mês, em junho face a maio, para 6,1%. Encontra-se ainda, no entanto, bem abaixo da registada há um ano, em junho de 2021 (6.7%). Em causa estão dados provisórios divulgados esta sexta-feira (29 de julho de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Desemprego volta a superar a barreira dos 6% em maio – sobe para 6,1%
A taxa de desemprego terá sido de 6,1% em maio, superior à verificada em abril (5,9%), mas inferior à registada no período homólogo (6,9%). Em causa estão dados provisórios divulgados esta quarta-feira (29 de junho de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
PIB português tem o maior crescimento da UE no 1º trimestre (11,9%)
O Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal registou o maior crescimento homólogo (11,9%) no primeiro trimestre do ano, período em que as economias da Zona Euro e da União Europeia (UE) avançaram 5,4% e 5,6%, respetivamente, divulgou esta quarta-feira (8 de junho de 2022) o Eurostat. O ritmo do crescimento homólogo do PIB acelerou, no primeiro trimestre, na Zona Euro e na UE, face aos 4,7% e de 4,9% registados no período anterior.