A taxa de desemprego na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) aumentou ligeiramente em agosto para 4,9%, sendo superior à verificada em julho (4,8%) e junho (4,9%). Em Portugal, manteve-se nos 6%, à semelhança dos anteriores três meses.
Segundo a OCDE, a taxa de desemprego era inferior ou igual à registada antes da pandemia em 80% dos países que integram a entidade.
Num comunicado divulgado esta segunda-feira (10 de outubro de 2022), a OCDE adianta que, em agosto, o número de trabalhadores desempregados aumentou ligeiramente pela primeira vez desde abril de 2021, para 33,2 milhões.
Por género, a taxa de desemprego da OCDE estabilizou tanto nas mulheres (5,1%) como nos homens (em 4,7%). Já no que diz respeito aos trabalhadores mais jovens, aumentou, refletindo um aumento acentuado para homens mais jovens.
Taxa de emprego em máximos de 2005
Numa análise trimestral, no segundo trimestre de 2022, a taxa de emprego da OCDE, incluindo tanto os trabalhadores por conta de outrem como os independentes, atingiu o nível mais alto desde o início da série em 2005, subindo para 69,5%. A entidade refere, aliás, que cerca de 80% de todos os países da OCDE registaram um aumento.
São 38 os países que integram a OCDE, sendo Portugal um deles. Os restantes Estados-membros são: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, Coreia do Sul, Costa Rica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, EUA, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Israel, Itália, Japão, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, México, Noruega, Nova Zelândia, Países Baixos, Polónia, Reino Unido, Chéquia, Suécia, Suíça e Turquia.
*Com Lusa







Para poder comentar deves entrar na tua conta