Construção de casas nos EUA

Construtores nos EUA apoiam Trump: porque caem as ações imobiliárias?

Foram muitos os construtores, proprietários e investidores imobiliários que apoiaram a eleição de Donald Trump à presidência dos EUA. Mas um dia depois da sua vitória eleitoral a 5 de novembro, as ações imobiliárias caíram no país. Esta reação do mercado acionista prende-se com as preocupações de economistas e corretores da bolsa à sua política protecionista, que pode reduzir a mão de obra na construção e aumentar a inflação no país.
Juros do BCE a descer

Trump e PIB fraco empurram Euribor para 2%: qual o efeito em Portugal?

A fraca economia europeia e os sinais de estabilização da inflação são dois pontos que já estão a pressionar o Banco Central Europeu (BCE) a prosseguir com novos cortes nas taxas de juro diretoras (e de maior dimensão). E há também fatores externos que fazem pressão neste sentido, como a vitória de Donald Trump à presidência dos EUA, que já está a mexer nas taxas de câmbio e nas bolsas internacionais. É neste contexto que vários especialistas antecipam que o BCE vai reduzir as taxas a maior ritmo do que o banco central dos EUA, o que deverá descer as taxas Euribor até 2% no próximo ano, aliviando ainda mais as prestações da casa das famílias em Portugal e na Europa. Descobre neste artigo preparado pelo idealista/news como tudo isto toca a habitação e o imobiliário no nosso país.
Donald Trump

Habitação nos EUA na nova era de Donald Trump: o que esperar?

O custo de vida e a falta de acesso à habitação foram uma das grandes frustrações dos norte-americanos na campanha eleitoral. A vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA confere ao ex-presidente um segundo mandato até 2029, numa altura em que o mercado residencial enfrenta o desafio de melhorar a acessibilidade da habitação, com escassez de oferta e muita procura. Trump prometeu reduzir as regulamentações e normas estaduais, as taxas de juro dos créditos habitação para 3% e abdicar de terrenos federais para construir mais casas.
Mercado imobiliário de luxo nos EUA em véspera de eleições

Eleições nos EUA: as expetativas no mercado imobiliário de luxo

As eleições presidenciais dos EUA estão aí à porta - realizam-se dia 5 de novembro de 2024 (madrugada de dia 6 em Portugal) - e Donald Trump e Kamala Harris têm visões muito distintas sobre vários assuntos, mas as diferenças entre as suas propostas sobre o setor imobiliário e o mercado imobiliário são menos claras. Especialistas e profissionais do setor dão a sua opinião sobre a forma como a chegada de um dos candidatos à Casa Branca afetará o setor imobiliário de luxo nos próximos quatro anos.
eleições 2024

Como Harris e Trump querem resolver a crise da habitação nos EUA

Os Estados Unidos, como muitos outros países, estão a passar por uma situação em que os seus cidadãos estão a encontrar cada vez mais dificuldades no acesso à habitação (quer para comprar, quer para arrendar). Os preços em ambos os mercados não param de crescer face à escassez de oferta, entre a falta de novas construções e o facto de muitas pessoas pensarem duas vezes antes de colocar a casa à venda, dadas as atuais taxas de juro. As eleições presidenciais dos EUA a 5 de novembro estão a aproximar-se, e a habitação já entrou campanha presidencial.
Trump, o vizinho incómodo que ninguém quer ter

Trump, o vizinho incómodo que ninguém quer ter

Donald Trump decidiu abandonar a cidade de Nova Iorque e mudar-se para a Flórida - um dos estados onde menos impostos se paga nos EUA - aproveitando o facto de que, desde os anos 80, tem uma mansão junto à praia na ilha dos súper-ricos.
Os truques de Trump para fugir aos impostos das suas propriedades

Os truques de Trump para fugir aos impostos das suas propriedades

O polémico presidente dos EUA, Donald Trump, construiu a sua carreira de magnata do imobiliário esticando ao máximo a noção das palavras lei e regra fiscal. Na verdade, durante a campanha eleitoral de 2016, não era incomum ouvir Trump falar desses truques - de honra duvidosa para um candidato a Presidente. Mas a verdade é que o fez. Agora, decidiu declarar a penthouse de Manhattan (Nova Iorque) como primeira residência e colocar um rebanho de cabras num dos seus resorts mais luxuosos, tudo para obter benefícios fiscais.
A piada futebolística de fim de ano: Trump Stadium, assim se chamará o novo Santiago Bernabéu

A piada futebolística de fim de ano: Trump Stadium, assim se chamará o novo Santiago Bernabéu

Este tem tudo para ser um acordo inesperado. Espanha e EUA estreitaram relações nos últimos dias e o resultado é surpreendente: o magnata imobiliário Donald Trump, que em breve se tornará oficialmente no 45º presidente dos EUA, será o investidor que vai financiar as obras de remodelação do estádio Santiago Bernabéu, “casa” do Real Madrid, onde alinha o craque português Cristiano Ronaldo.
O império imobiliário de Donald Trump numa imagem

O império imobiliário de Donald Trump numa imagem

O império imobiliário de Donald Trump parece não ter fim. Das Filipinas ao Havaí, passando por Índia, Turquia ou Irlanda, a carteira de 61 propriedades do recém-eleito presidente dos EUA abarca praticamente todo o mundo. Depois de herdar o negócio familiar de construção nos anos 70, Trump conseguir amealhar uma fortuna que ronda os 3,7 mil milhões de dólares, sendo um dos homens mais ricos do planeta, segundo a Forbes.

Vitória de Trump terá efeitos positivos para mercado imobiliário em Portugal

A vitória de Donald Trump como presidente dos EUA terá implicações diretas no mercado imobiliário internacional, com consequências positivas em todo o mundo, nomeadamente em Portugal. Esta é a convicção de vários especialistas em imobiliário ouvidos pela publicação internacional Property Wire, que antecipam um maior investimento em imobiliário por parte dos americanos em mercados alternativos ao dos Estados Unidos.

As cinco mudanças que o mundo pode esperar com a presidência de Trump

A confirmar-se o discurso de campanha como candidato, Donald Trump agora eleito como 45.º presidente dos EUA, vai trazer muitos desafios à política externa norte-americana. Quer se goste ou não, a verdade é que o a história contemporânea vai mudar em, pelo menos, cinco pontos cruciais com a chegada do magnata do imobiliário ao poder da potência mais forte do mundo.