Prestação da casa a subir

Juros no crédito habitação a subir – e prestação da casa também…

A instabilidade geopolítica e o agravamento da política monetária por parte do Banco Central Europeu (BCE) – o regulador subiu as taxas diretoras duas vezes (uma em junho e outra em setembro) – estão a ter impacto nos contratos de crédito habitação em Portugal, tendo a taxa de juro implícita para a totalidade dos empréstimos subido em setembro pelo quarto mês consecutivo, para 3,194%, atingindo o valor mais alto num ano, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE). Já a prestação média fixou-se em 423 euros, cinco euros acima do mês anterior e mais 30 euros que no período homólogo.
Cais 5

Edifício de escritórios Cais 5 assegura financiamento junto do Abanca

O edifício Cais 5, na Rua D. Luís I do Cais do Sodré (Lisboa), garantiu recentemente uma solução de financiamento ‘core’ junto do banco Abanca. Depois de ter sido totalmente reabilitado, este ativo de escritórios encontra-se com uma ocupação de 100% no total dos seus sete pisos, acolhendo empresas como a TagEnergy, a HAVI Tech Hub e a Trustly.
avaliar casas

Casas nunca valeram tanto para os bancos: 2.228 euros por m2

As casas nunca valeram tanto para os bancos em Portugal. O valor mediano da avaliação bancária atingiu, em junho, um novo máximo de 2.228 euros por metro quadrado (m2), segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O indicador subiu 20 euros face a maio e 16,6% em comparação com o mesmo mês de 2025, refletindo a valorização contínua do mercado residencial, numa altura em que a procura por habitação continua a sustentar a subida dos preços.
EUA

Empréstimos “arrende agora, pague depois” ganham terreno nos EUA

Cada vez mais norte-americanos enfrentam dificuldades para suportar os custos da habitação, pressionados pelo aumento generalizado do custo de vida. Em paralelo, cresce a oferta de soluções de financiamento de curto prazo destinadas ao mercado do arrendamento, um tipo de crédito cuja procura continua a aumentar.
Como funcionam os empréstimos a particulares

Empréstimos a amigos ou familiares? Guia com o que é preciso saber

Com as taxas de juro a acelerar – o Banco Central Europeu (BCE) aumentou recentemente as três taxas diretoras em 25 pontos base –, muitas pessoas estão a ficar preocupadas com os respetivos orçamentos familiares: os rendimentos começam a ser insuficientes para cobrir as despesas, o que deixa antever a possibilidade de haver incumprimentos. Uma das alternativas passa por pedir dinheiro emprestado a amigos ou familiares, não havendo, assim, o envolvimento de bancos. Mas será esta uma boa opção? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da Deco Alerta.
Dívida das famílias

Famílias mais endividadas: peso da dívida no rendimento está a subir

Desde o quarto trimestre de 2024 que o endividamento dos particulares – inclui famílias, empresários em nome individual e instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias – está a aumentar em Portugal. Nos primeiros três meses do ano, ascendeu a 71,5%, o que significa que por cada 100 euros de rendimento disponível, as famílias têm 71,5 euros de dívida.
Impacto da guerra no crédito habitação

Guerra Vs crédito habitação: é altura de renegociar o empréstimo?

O conflito no Médio Oriente parece não ter fim à vista, estando a ter um impacto forte em vários setores da atividade, sobretudo na escalada do preço dos combustíveis. Quem comprou casa com recurso a crédito habitação – ou está a pensar fazê-lo – deve também estar atento ao contexto económico atual, tendo em conta um eventual cenário de aumento das taxas Euribor, que farão, por sua vez, disparar o valor da mensalidade a pagar ao banco pelo empréstimo da casa. Será este, então, um bom momento para renegociar o crédito habitação? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da Deco Alerta.

Crédito para construir: “Escolha de casas modulares cada vez mais comum”

Comprar terreno para construir casa continua a ser o projeto de vida de muitas famílias em Portugal. Sem que seja vista como uma solução para resolver a crise de acesso à habitação que se vive no país, por ser "um produto especializado", a procura de crédito para construção segue estável, sem que se notem alterações significativas. Mas há uma mudança evidente a acontecer neste mercado: "É cada vez mais comum a escolha de outros tipos de construção que não a alvenaria mais tradicional, destacando-se as casas modulares", segundo revela em entrevista ao idealista/news o CEO da UCI em Portugal, Greg Delloye.
Paulo Macedo, CEO da CGD

CGD perdeu mais de metade dos 300 milhões emprestados a projeto de luxo

Este é um processo que se arrasta há vários anos, envolvendo a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e a empresa falida Birchview. Em causa está um empreendimento imobiliário localizado no Algarve, denominado "The Keys", que é responsável por um buraco nas contas do banco público na ordem dos 300 milhões de euros, sendo a Birchview um dos seus maiores devedores. A CGD apenas conseguiu recuperar, até à data, menos de metade do montante emprestado.
Novos contratos de crédito habitação

Novos contratos de crédito habitação: 71% têm taxa de juro mista

Os novos empréstimos à habitação com taxa de juro mista representaram, em setembro, 71% do total contratualizado nesse mês e 41% do ‘stock’ de crédito habitação, divulgou esta sexta-feira (31 de outubro de 2025) o Banco de Portugal (BdP). Já a taxa de juro média dos novos financiamentos para a compra de casa, que incluem renegociações, diminuiu em setembro pelo oitavo mês consecutivo, para 2,84%, o valor mais baixo desde outubro de 2022.
Venda de crédito malparado

Crédito malparado diminui 15,7% em Portugal para 4.300 milhões

Portugal registou, no último ano, a maior redução do volume de crédito malparado – Non-Performing Loan (NPL) em inglês – em toda a Europa, de acordo com o estudo ibérico “Investing in NPL in Iberia”, elaborado pela Prime Yield (PY). Entre o segundo trimestre de 2024 e o mesmo período de 2025, o país reduziu o stock de crédito em incumprimento em 15,7%, atingindo um total de 4.300 milhões de euros, o valor mais baixo da última década, anunciou, em comunicado, a empresa de consultadoria e avaliação imobiliária que integra, desde 2018, o grupo espanhol Gloval.