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os partidos da oposição estão a preparar iniciativas contra a nova lei da rendas, que entrou em vigor a 12 de novembro do ano passado, alegando que a mesma é demasiado negativa para os inquilinos, sobretudo face ao actual momento de crise.
centenas de inquilinos protestaram quinta-feira à porta do ministério do ambiente, em lisboa, contra a nova lei das rendas. em causa estão os aumentos de rendas exigido pelos senhorios, que são incomportáveis. entre os manifestantes, havia casos em que as rendas aumentaram mais de 600%.
a associação dos inquilinos lisbonenses (ail) vai pedir a revogação da lei do arrendamento, que entrou em vigor há mais de dois meses – dia 12 de novembro.
todos os dias formam-se longas filas à porta da associação de inquilinos lisbonenses (ail). são muitas as pessoas, sobretudo idosos, que estão aflitas e têm dúvidas relativamente à aplicação da nova lei das rendas, que entrou em vigor a 12 de novembro do ano passado.
assunção cristas, ministra do ambiente e do ordenamento do território, adiantou que o governo vai criar uma comissão externa para monitorizar a nova lei do arrendamento – entrou em vigor a 12 de novembro do ano passado – e avaliar casos de aumentos de rendas.
o balcão nacional de arrendamento (bna), que foi criado para acelerar os despejos de inquilinos incumpridores, está a funcionar há pouco mais de uma semana, apesar da nova lei das rendas ter entrado em vigor a 12 de novembro do ano passado.
a nova lei do arrendamento, que entrou em vigor a 12 de novembro do ano passado mas só agora está a funcionar na plenitude, com a entrada em funcionamento do balcão nacional de arrendamento (bna), vai potenciar o investimento no sector imobiliário, segundo um estudo da consultora cbreesta é, pelo me
o governo publicou esta quinta-feira em diário da república (dr) as portarias que faltavam para que o balcão nacional de arrendamento (bna) pudesse entrar em funcionamento em pleno, o que é uma realidade a partir de hoje, dia 11.
o presidente da associação dos profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip), luís lima, considera difícil saber ao certo quanto representam os imóveis da banca para as imobiliárias, mas adianta que “têm uma dimensão razoável e importante para as empresas de mediação”.
a confederação portuguesa de proprietários (cpp) acusou o governo de falhar o prazo estabelecido para concluir a avaliação geral de imóveis, dezembro deste ano – foi alargado para março de 2013.
a avaliação geral de imóveis deverá ficar concluída até ao final de março de 2013, três meses depois do prazo definido no memorando de entendimento assinado com a “troika” no âmbito do programa de assistência económica e financeira (paef) a portugal.
a ministra da agricultura, do mar, do ambiente e do ordenamento do território, assunção cristas, referiu que a nova lei do arrendamento tem de ser “atentamente vigiada” e que conta com o apoio das universidades para o efeito.
entra hoje em vigor a nova lei das rendas, pelo que proprietários e inquilinos com rendas antigas - anteriores a 1990 - terão novas regras, prazos e obrigações.
a nova lei do arrendamento urbano entra em vigor na próxima segunda-feira, cumprindo-se assim uma exigência do memorando de entendimento assinado com a “troika” e que visa liberalizar e revitalizar o mercado das rendas em portugalde acordo com o diário de notícias, calcula-se que haja 800 mil habita
o governo não está disposto a fazer alterações à nova lei das rendas - entra em vigor a 12 de novembro -, ao contrário do que é mencionado no relatório do fundo monetário internacional (fmi) sobre a quinta avaliação do programa de ajustamento financeiro de portugal.
o presidente da associação de inquilinos lisbonenses (ail), romão lavadinho, condenou o facto de haver senhorios que já estão a enviar cartas aos inquilinos para actualizarem o valor da renda tendo por base as novas regras da lei do arrendamento, que entram em vigor a 12 de novembro.
a comissão de inquilinos das avenidas novas decidiu esta segunda-feira iniciar um processo de monitorização dos aumentos das rendas antigas que resultarão da entrada em vigor do novo regime de arrendamento urbano.
o governo não sabe que custos terá com os inquilinos mais pobres que forem despejados das respectivas casas no âmbito da nova lei das rendas, que já foi promulgada pelo presidente da república.
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