mais oferta pode baixar rendas em 20% até 2012
até ao final do ano, o mercado de arrendamento poderá contar com um reforço substancial da oferta no país. de acordo com o i online, a tendência de disponibilizar mais casas para arrendar, mais forte em lisboa e porto, provocará uma queda no valor das rendas.
fmi pressiona aposta no mercado de arrendamento
tal como previa o pec iv, a aposta no ressurgimento do mercado de arrendamento deverá ser, segundo o diário económico (de), uma das metas a atingir pela delegação do fundo monetário internacional (fmi), comissão europeia (ce) e banco central europeu (bce).
executivo quer liberalizar rendas antigas
o governo vai liberalizar as rendas controladas anteriores a 1990. a medida "liberalização do controlo de rendas" foi anunciada pelo ministério das finanças no âmbito do conjunto de reformas estruturais previstas pelo executivo.
rendas antigas: apenas duas em cada 100 foram actualizadas
a polémica em torno da actualização das rendas antigas continua a dar que falar. segundo o jornal i, que cita a agência lusa, em cada cem casos de renda anterior a 1990, só dois pediram uma avaliação fiscal do imóvel, essencial para calcular o aumento de renda.
rendas de 26.000 famílias lisboetas serão actualizadas
a câmara municipal de lisboa vai analisar as condições de cerca de 26.000 famílias que moram em casas localizadas em bairros sociais para poder actualizar as rendas de acordo com os respectivos rendimentos.
programa nacional para reabilitação entusiasma sector imobiliário
o governo está a preparar um plano nacional para agilizar licenciamentos e conceder incentivos aos promotores imobiliários. esta medida pretende estimular a economia em 2011 e atenuar os efeitos da crise na indústria da construção.
actualização de rendas antigas aquém do esperado
o novo regime de arrendamento urbano (nrau) entrou em vigor há quatro anos, no entanto, o número de rendas antigas actualizadas ao abrigo das novas regras não chega ainda a três mil.
proprietários indignados com aumento de 3 euros em rendas
a associação nacional de proprietários (anp) aconselha os proprietários e senhorios a não aceitarem os "aviltantes aumentos" de 3 cêntimos por cada 10 euros que o governo lhes concedeu, "como esmola somítica", em relação às rendas de casa, cita a agência financeira.