rumores
passos coelho admite rever prazo para cumprir metas da “troika”: o primeiro-ministro admite que o governo não pode “meter a cabeça na areia” se as condições não permitirem que o memorando se cumpra no prazo estipulado. contudo reforça a ideia de querer executar o acordado dentro do tempo previsto.
governo estabelece novas metas para ser avaliado em 2013
num conselho de ministros duplamente extraordinário, celebrado no domingo e contando com a participação de secretários de estado, o governo fez o balanço de um ano de actividade e definiu novas metas para ser avaliado em 2013.
passos admite que não há garantias de regresso aos mercados
o primeiro-ministro, pedro passos coelho, reconhece num artigo publicado esta quarta-feira no jornal "financial times" que não existem garantias que portugal cumpra os seus compromissos para regressar aos mercados antes de setembro de 2013 segundo o diário de notícias, passos coelho diz estar optimi
orçamento rectificativo prevê cortes adicionais na despesa
em entrevista à tvi, pedro passos coelho assegurou esta quarta-feira que não existe um risco de desvio das contas públicas. a derrapagem orçamental semelhante à que levou o governo a aplicar medidas de austeridade extraordinárias no ano passado “não existe agora”.
portugal distancia-se de espanha na alteração ao limite do défice
o primeiro-ministro, pedro passos coelho, afirmou em entrevista publicada esta segunda-feira pela "bloomberg" que portugal não vai seguir os passos da espanha e rever as metas do défice para fazer face à contração do pib.
é preciso poupar para crescer, alerta passos coelho
o primeiro-ministro, pedro passos coelho, defendeu, em entrevista ao semanário sol, que portugal só pode crescer se poupar, lamentando que algumas pessoas "tenham continuado a viver como se não fossem pobres".
reformas estruturais em cima da mesa nas reuniões entre “troika” e governo
o governo e a “troika” iniciam hoje (dia 19) o primeiro de três dias de reuniões para debater a agenda de reformas estruturais, que contará ainda com a participação de vários especialistas nacionais e internacionais, escreve o i online.
passos coelho diz que “2012 será determinante para os portugueses” (vídeo)
o primeiro-ministro disse, na sua mensagem de natal, que “2012 será um ano de grandes mudanças e transformações”, que “incidirão com profundidade nas estruturas económicas” do país.
governo desafia “troika” e rejeita cortes nos salários do privado
o governo fechou ontem a porta a qualquer alteração no código do trabalho para permitir o corte de salários do sector privado, ao contrário daquilo que foi sugerido pela “troika”.
“troika” começa hoje a avaliar portugal
a missão conjunta da “troika”, composta pelo fundo monetário internacional, comissão europeia e banco central europeu, vai avaliar, a partir desta segunda-feira, o cumprimento do acordo com portugal.
portugal não precisa de segundo resgate, garante passos
ontem à noite, à entrada para o conselho nacional do psd, pedro passos coelho reafirmou que portugal vai pedir mais flexibilidade na aplicação do programa de assistência financeira.
passos quer “ajustamento” no programa de ajuda externa
em conferência de imprensa, no final da xxi cimeira ibero-americana, em assunção, no paraguai, pedro passos coelho não confirmou, mas também não desmentiu de forma directa, a notícia avançada ontem pelo semanário expresso segundo a qual "portugal precisa de mais 25 mil milhões de euros" além dos 78
orçamento é entregue esta tarde na ar
o governo deve entregar hoje, por volta das 17h, o orçamento do estado para 2012 no parlamento e o ministro das finanças deverá explicar o documento uma hora mais tarde, revela o jornal de negócios.
salários da função pública e pensões acima dos mil euros sem subsídio de férias e de natal até 2013 (vídeo)
o orçamento do estado para 2012 "prevê a eliminação dos subsídios de férias e de natal para todos os vencimentos dos funcionários da administração pública e das empresas públicas acima de mil euros por mês", disse ontem pedro passos coelho, numa comunicação ao país.
mais de 162 entidades do estado vão desaparecer
pedro passos coelho anunciou ontem, no parlamento, que o governo vai extinguir 162 entidades da administração central, medida que permitirá uma poupança anual de cerca de 100 milhões de euros. de acordo com o expresso, haverá 25 novas entidades, resultando da fusão de organismos existentes.
falências na construção podem duplicar com fim da parque escolar
o sector da construção em portugal é dos mais afectados pela crise, mas o cenário pode piorar ainda mais. em causa está o fim dos trabalhos previstos pela parque escolar.
passos coelho analisa novos modelos para fundo de despedimentos
o governo ainda está a estudar vários modelos para o fundo que vai ser criado para suportar metade das indemnizações que venham a ser devidas aos trabalhadores contratados ao abrigo da nova legislação laboral.
vem ai mais austeridade
pedro passso coelho poderá antecipar hoje algumas medidas de austeridade previstas no acordo com a “troika” e anunciar outras de carácter extraordinário, revela o diário de notícias (dn) citando fonte do gabinete do primeiro-ministro.
psd e cds fecham programa de governo até amanhã
pedro passos coelho e paulo portas deverão fechar amanhã o programa de governo e os acertos finais no acordo político entre os dois partidos, antes de se encontrarem com cavaco silva.
cavaco quer novo governo dentro de duas semanas
o presidente da república afirmou ontem que é possível dar posse ao próximo governo "antes ou no próprio dia 23 de junho", a tempo de o próximo primeiro-ministro participar no conselho europeu que começa nesse dia.
eleições: nem passos nem portas querem governar com sócrates
pedro passos coelho e paulo portas recusam taxativamente um entendimento com o actual primeiro-ministro após as próximas eleições, seja qual for o resultado e mesmo que sócrates saia, pela terceira vez consecutiva, vitorioso das urnas.
sócrates anuncia pedido de ajuda financeira e psd manifesta apoio (vídeo)
numa comunicação ao país, josé sócrates anunciou que o governo português precisava pedir ajuda externa para fazer face aos graves problemas financeiros que enfrenta. uma realidade até então sempre negada pelo executivo, mas que agora se apresenta como facto consumado.