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Eletricidade será 1,2% mais cara em 2017

Gtres
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Autor: Redação

As tarifas de eletricidade no mercado regulado vão subir 1,2% para os consumidores domésticos a partir de janeiro. Trata-se do aumento mais suave dos últimos dez anos (desde 2006) – cerca de 57 cêntimos numa fatura média mensal de 47 euros.

Segundo a Lusa, este aumento, divulgado esta quinta-feira (dia 15) pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), resulta do impacto do serviço da dívida com custos “a um nível historicamente alto”, apesar da descida da taxa de juro, do diferencial de custo com a produção em regime especial – a produção hídrica e eólica foi superior ao esperado – e de rendas de concessão dos municípios nas Regiões Autónomas.

Entre as medidas legislativas consideradas na fixação das tarifas para 2017 estão cerca de 70 milhões de euros (dos 140 milhões de euros) que serão pagos pelos produtores de eletricidade em regime especial, que beneficiaram de duplos apoios, 50 milhões de euros da contribuição extraordinária sobre o setor energético (CESE), à semelhança do que já aconteceu nas tarifas para 2016, e as receitas decorrentes dos leilões de licenças de emissão de gases com efeito de estufa.

No que diz respeito à tarifa social da eletricidade, continuará a representar um desconto de 33,8% face às tarifas transitórias de venda a clientes finais (antes do IVA e outras taxas), isto é, os preços de referência do mercado regulado, mas os consumidores que já estão no mercado livre beneficiam da mesma redução, escreve a agência de notícias.

Na tarifa social, face ao desconto de 33,8% em relação às tarifas transitórias, o acréscimo mensal será de 25 cêntimos numa fatura média mensal de 20,4 euros.

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