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O Parlamento aprovou uma nova lei que estipula que as comissões e despesas cobradas pelas instituições de crédito devem corresponder a um serviço efetivamente prestado, que está a ser prejudicial para muitos titulares de contas em bancos a operar em Portugal.

A definição de uma taxa pode beneficiar quem tem contas com saldos médios, mas prejudica os titulares de contas com saldos inferiores, escreve o Diário Económica, apontando o caso da CDG. 

O banco do Estado CGD, relata do diário, decidiu aplicar uma mesma taxa de 59,4 euros de manutenção de conta para todos os clientes, prejudicando os que até então pagavam apenas 20 euros por esse serviço.

Por isto, a jurista da Deco, Carla Varela, citada pelo Diário Económico, defende que o Banco de Portugal deve estabelecer limites máximos par as comissões e definir critérios para atualização dos valores cobrados.

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