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Pastelaria Suíça teve cliente especial no dia em que fechou de vez: Marcelo foi lá jantar

Marcelo com a equipa de reportagem da TVI / TVI
Marcelo com a equipa de reportagem da TVI / TVI
Autor: Redação

A emblemática Pastelaria Suíça, a funcionar desde 1992 no Rossio, Lisboa, fechou portas esta sexta-feira (31 de agosto) definitivamente – o estabelecimento foi vendido ao fundo de investimento Mabel Capital, no qual o tenista Rafael Nadal é investidor. E contou com um convidado especial no encerramento. Marcelo Rebelo de Sousa fez questão de despedir-se da histórica pastelaria, onde almoçou e jantou durante décadas.

"Durante décadas, almocei e jantei aqui, desde miúdo, com a minha família. Quando passava de ano vinha aqui almoçar ou jantar. Quando vinha a um espetáculo vinha aqui cear. Ficávamos nestas mesas. Ou aqui ou ali", afirmou o Presidente da República, à TVI.

O Chefe de Estado considerou que "é uma grande pena" o encerramento da pastelaria da qual foi "um cliente habitual". “O progresso, a mudança tem custos – custos urbanísticos e custos humanos”, justificou, acrescentando que "é importante guardar memória dos bons momentos aqui passados".

Além da Suíça, na sexta-feira passada foi o último almoço serviço pelo restaurante Ano Novo, de comida tradicional portuguesa, na Rua dos Correeiros, depois de o novo senhorio, de nacionalidade holandesa, ter recusado renovar o contrato de arrendamento.

"A sensação que nós temos é que estão a desaparecer algumas lojas que têm um grande significado para este território. Ainda hoje fechou este restaurante que era muito especial aqui na zona e, enfim, temos aqui um conjunto de situações que nos desagradam", desabafa Miguel Coelho, presidente da Junta de Santa Maria Maior.