Notícias sobre o mercado imobiliário e economia

Negócios imobiliários

Últimas notícias sobre "Negócios imobiliários" publicadas em idealista.pt/news

Obras do projeto Terras da Comporta arrancam em setembro após investimento de 30 milhões

O consórcio formado pela promotora imobiliária Vanguard Properties (VP) e pela Amorim Luxury (AL) vai lançar os concursos para as empreitadas de construção das infraestruturas gerais do Comporta Dunes e do Comporta Links, na Herdade da Comporta, na primeira semana de junho. As obras arrancam em setembro e representam um investimento total de 30 milhões de euros. 

Notícia sobre:

Negócios de escritórios em tempos de pandemia: Cofidis compra Natura Towers por 46 milhões

Esta será, provavelmente, uma das maiores transações efetuadas no mercado de escritórios em Portugal no primeiro trimestre do ano. Em plena pandemia de novo coronavírus, portanto. Trata-se da compra, por 46,5 milhões de euros, das Natura Towers, localizadas na zona de Telheiras, em Lisboa, que agora ficam nas mãos da multinacional francesa Cofidis, que aqui – são duas torres – instalará a sua nova sede no país.

Notícia sobre:
Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult / GesConsult

“Imobiliário sempre foi um investimento com bom retorno e agora não será diferente”

Gestão e fiscalização de obras, coordenação de segurança em obra, elaboração de estudos e projetos de construção e avaliação imobiliária. É nestas quatro áreas distintas que a GesConsult atua, revela ao idealista/news Nuno Garcia, diretor-geral da empresa, que nasceu há seis anos. Segundo o responsável, investir em imobiliário será sempre uma boa opção, mesmo em tempos de pandemia de novo coronavírus: “Conhecendo a resiliência no setor, acredito que ultrapassada a pandemia - e caso não exista uma segunda vaga - teremos condições para retomar em força no primeiro trimestre de 2021”, conta.

Notícia sobre:

Tecnológica internacional Joyn paga 4,5 milhões por edifício em Carnaxide para instalar nova sede

O grupo internacional Joyn vai ter uma nova sede em Carnaxide. A empresa de base tecnológica pagou 4,5 milhões de euros por um edifício na rua do Proletariado 1, que vai também estar disponível para acolher outras empresas em regime de arrendamento. Com uma área total de 5.300 m2, o Joyn HQ conjuga dois pisos de escritórios (numa área total de cerca de 3.200 m2) e um piso de área de armazenagem, com 2.100 m2.

Notícia sobre:

Grupo Entreposto vende “ativo light industrial” no Feijó a fundo aberto português

O Entreposto do Feixó mudou de mãos: foi vendido pelo Grupo Entreposto a um fundo aberto português, cujo nome não foi revelado, bem como o valor da transação. Segundo a consultora imobiliária CBRE, que atuou no negócio em representação do vendedor, trata-se de “um ativo light industrial, localizado no Feijó”.

Notícia sobre:

Grupo Bernardino Gomes (dono dos 10 Hotéis Real) vendido por 300 mihões de euros

O Grupo Bernardino Gomes – fundado na década de 70 pelo empresário português João Bernardino Gomes, que faleceu em 2006 – foi vendido à Palminvest, da qual faz parte Henrique de Castro, ex-COO da Yahoo! e atual administrador independente do Santander. O negócio está avaliado em cerca de 300 milhões de euros.

Notícia sobre:

Multimilionário russo desafia o Covid-19: comprou um resort na Grécia por 200 milhões

Será este um “negócio da China” em tempos de crise, que é como quem diz, em tempos de pandemia de novo coronavírus? Passamos a explicar: a Belterra Investments, empresa de investimento imobiliário propriedade do multimilionário russo Ivan Savvidis, comprou um resort de luxo na Grécia, em Salónica, por 200 milhões de euros. Trata-se do Porto Carras Grand Resort, que estava nas mãos da Technical Olympic, da família Stengos.

Notícia sobre:

Comissão Europeia dá luz verde à entrada da Ageas na SPSI da José de Mello

A compra de 30% da Sociedade Portuguesa de Serviços de Apoio e Assistência a Idosos (SPSI) pela Ageas, à José de Mello Residências e Serviços (JMRS), foi aprovada pela Comissão Europeia (CE) esta terça-feira (14 de abril de 2020). Bruxelas concluiu que a aquisição proposta não suscitaria preocupações em matéria de concorrência, devido ao seu impacto limitado no mercado.

Notícia sobre: