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Vão nascer 74 apartamentos em Alcântara num terreno que a EMEL usa como estacionamento

Primeira fase do empreendimento, com a assinatura de Frederico Valsassina / Condomínio Alcântara Rio
Primeira fase do empreendimento, com a assinatura de Frederico Valsassina / Condomínio Alcântara Rio
Autor: Redação

A Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) construiu um parque de estacionamento com 200 lugares - o espaço foi inaugurado em 2007 - em Alcântara num terreno que está agora à venda por 14 milhões de euros. Para o local está projetado um condomínio residencial com 74 apartamentos e três lojas. Trata-se da segunda fase do condomínio Alcântara Rio.

Segundo o Público, o terreno tem mais de 5.000 metros quadrados (m2) e pertence à Enerparcela, Empreendimentos Imobiliários, SA, uma empresa do grupo Millennium BCP, cujo departamento imobiliário é o responsável pela venda.

A EMEL revela que paga atualmente uma renda 4.000 euros por mês aos donos do terreno, sendo que "este valor só começará a ser efetivamente pago após ser atingido o valor do investimento" no parque, que rondou os 200.000 euros.

De acordo com a publicação, que se apoia num anúncio disponível na internet e já publicado em jornais, está previsto para o local a construção da segunda fase do condomínio Alcântara Rio, um projeto que está “em fase final de licenciamento”. Trata-se de um projeto já antigo do arquiteto Frederico Valsassina que tem estado envolto em alguma polémica, sendo que a primeira e a terceira fases do condomínio estão construídas - atualmente, o empreendimento tem oito edifícios com habitação, escritórios e comércio.

"Nos últimos tempos a procura para este terreno tem sido enorme", comentou Ramiro Gomes, responsável de vendas da direção de negócio imobiliário do BCP, ao suplemento comercial Imobiliário do Público.