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Arquitetos projetam “campus” flutuante 100% autossuficiente para Manhattan

O #WeThePlanet Campus (WTP) é um projeto do estúdio de arquitetura 3deluxe.

#WeThePlanet Campus (WTP) em Manhattan
Créditos: 3deluxe via https://www.3deluxe.de/en
Autor: Redação

Manhattan é um dos lugares mais famosos dos EUA – e um dos mais lotados. Esta ilha residencial em Nova Iorque já começa a ficar sem espaço para a quantidade de pessoas que se mudam para lá e precisa desesperadamente de mais espaço. Tendo em mente que a população e as necessidades continuam a aumentar, o estúdio de arquitetura 3deluxe projetou o #WeThePlanet Campus (WTP) – uma plataforma verde móvel flutuante que é 100% autossuficiente, gerando toda a energia e água que precisa.

A forma fluida e orgânica da ilha foi inspirada nos elementos naturais que a cercam - água, sol e vento. O protótipo também foi projetado para retribuir tanto quanto retira da natureza, gerando a sua própria energia e água potável.

O projeto foi encomendado pela organização com sede em Nova Iorque ‘We The Planet’ (WTP). O ‘campus’ pretende ser uma plataforma comunicativa que facilita o trabalho para a proteção da biodiversidade, estando preparado para receber convenções internacionais, workshops e programas educacionais com foco na sustentabilidade e preservação do planeta. A visão da WTP para o campus é torná-lo 100% autossuficiente.

“Depois do choque da pandemia e da polarização social dos últimos anos, há um anseio por mudanças positivas. É hora de a arquitetura e o urbanismo adotar uma abordagem mais ambiciosa para humanizar o ambiente”, refere Dieter Brell, diretor criativo da 3deluxe num comunicado divulgado no site.

O campus será uma plataforma comunicativa que protege "toda a vida na terra e no mar enquanto avança a fronteira do design", de acordo com a 3deluxe.

O #WeThePlanet quer ser um símbolo na arquitetura do futuro, e acredita que os edifícios devem retribuir tanto quanto recebem. Portanto, o 'campus’ flutuante usará as tecnologias mais recentes para purificação do ar, juntamente com parques eólicos de algas, energia fotovoltaica, usinas marinhas e biorreatores para garantir que a estrutura gere o mínimo de emissões possível e, ao mesmo tempo, seja 100% autossustentável. Isso significa que produz toda a energia e água potável de que necessita, nada tirando do planeta que não dê em troca, segundo os seus criadores.