mais de metade das ofertas de emprego colocadas no instituto do emprego e da formação profissional (iefp) no ano passado ficaram por preencher. segundo o diário económico, que se baseia em dados do iefp, a taxa de satisfação ficou em 46,5%, ou seja, "para cerca de 100 postos de trabalho disponíveis perto de 47 foram preenchidos com candidatos a emprego", explicou a entidade, revelando que no final do ano os centros de emprego tinham preenchido 66.485 postos (62.430 por desempregados). um número, ainda assim, superior ao registado em 2009
de acordo com o presidente do iefp, francisco madelino, são vários os motivos que justificam a diferença entre ofertas e colocações. "ofertas que acabaram por ser satisfeitas sem os centros, localizações geográficas, qualificações, pouca disponibilização dos desempregados ou dos empresários para aceitar", disse
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