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Obras no Pavilhão Rosa Mota terminam dentro de seis meses

Autor: Redação

O Pavilhão Rosa Mota, no Porto, estará totalmente renovado dentro de meio ano. As obras arrancaram em fevereiro e tudo aponta para que estejam concluídas entre maio e junho de 2019, sem atrasos. O espaço foi concessionado a um consórcio privado pela Câmara do Porto em 2017, por 20 anos, e o contrato contempla a reabilitação, exploração e instalação de um centro de congressos. O projeto limita-se ao interior do pavilhão, mantendo intactos os jardins do Palácio de Cristal.

A obra está a "correr muito bem", a cúpula "foi toda renovada, incluindo as suas 800 janelas", e deve estar concluída "dentro do prazo", segundo disse à Lusa Jorge Lopes, da PEV Entertainment, uma das empresas com do consórcio Porto Cem Porcento Porto, composto ainda pela construtora Lucios e a Oliveira Santos Consultores.

Nos termos do contrato assinado, as empresas comprometeram-se a reabilitar o Rosa Mota "no prazo de dois anos" e a pagar quatro milhões de euros à autarquia pela utilização e exploração do equipamento durante 20 anos".

O responsável da PEV assegura que a empreitada relativa ao edifício projectado em 1952 pelo arquiteto José Carlos Loureiro está a decorrer "conforme programada".

Segundo o consórcio, depois das obras, o Rosa Mota vai ficar dotado das "mais modernas e recentes tecnologias", com bancadas retrácteis e versatilidade para acolher feiras, espectáculos para 8660 pessoas, eventos desportivos para 5580 pessoas e um centro de congressos para 4727 pessoas com salas de apoio que totalizam mais 1400 lugares.

Quanto à polivalência que se pretende dar ao espaço, o pavilhão pode receber eventos de andebol para uma assistência de 4908 pessoas, de ténis, com 5244 lugares, de basquetebol, voleibol ou hóquei.