É assim há cerca de duas décadas e foi assim em 2018. A China tem apostado forte na construção em altura, pelo que não é de admirar que seja o país que viu nascer mais arranha-céus no ano passado: foram 89 em 28 cidades. Só em Shenzhen foram construídos 16 em 2018, mais que nos EUA, que viu nascer 14 gigantes da construção, nove dos quais em Nova Iorque.
Segundo o Visual Capitalist, no Dubai (Emirados Árabes Unidos) nasceram 10 arranha-céus em 2018, na Malásia sete e na Indonésia cinco.

As 10 cidades que viram nascer mais arranha-céus em 2018
Em 2018, foram construídos 143 edifícios com pelo menos 200 metros de altura em todo o mundo. As cidades chinesas, que têm liderado o top dez deste tipo de construções nos últimos 23 anos, voltaram a “deixar a sua marca” no ano passado – nasceram no país asiático 88 arranha-céus.
Assim é a Torre Commerzbank, o primeiro arranha-céus ecológico do mundo... e um dos mais altos
Este edifício de quase 300 metros de altura e 53 andares tem a honra de ser o primeiro arranha-céus de escritórios ecológico do mundo. Projetado pelo famoso arquiteto Norman Foster, e construído pela Hochtief (subsidiária da ACS), leva também para casa o galardão de arranha-céus mais alto da Alemanha.
O maior arranha-céus de madeira do mundo estará pronto em 2041
Um arranha-céus de madeira? Sim, nada é impossível. Pelo menos para a empresa japonesa Sumitono Foresty Co., que decidiu romper com todos os cânones, assumindo um compromisso com a construção sustentável. O estúdio de arquitetura Nikken Sekkei projetou e deu a conhecer ao mundo aquele que será o maior arranha-céus do planeta em madeira, com 350 metros de altura, em Tóquio (Japão).
Condomínio em Braço de Prata redefine o conceito de viver em Lisboa
Chama-se Formoso Marvila e é o novo condomínio fechado de Lisboa, localizado na Rua Vale Formoso, junto à estação de Braço de Prata. Este projeto residencial conta com 49 apartamentos, de tipologias T1 a T4 Duplex, e distingue-se pela sua arquitetura contemporânea, assinada pelo arquiteto Ricardo Bak Gordon.
Construção: atrasos nos pagamentos chegam a ultrapassar 100 dias
O prazo médio de pagamento entre empresas portuguesas, no âmbito do B2B (Business to Business), mantém-se estável neste ano de 2025, com uma média de 60 dias. No entanto, há setores que suscitam algumas preocupações, sobretudo o da construção, onde o prazo médio é de 81 dias, sendo 34% superior à média nacional.
HorizOn Tejo: mais que uma morada, um “miradouro” sobre Lisboa
O HorizOn Tejo é o mais recente condomínio residencial lisboeta, acabado de “nascer” na zona de Santos, mais concretamente na Calçada Marquês de Abrantes. Trata-se de um projeto de reabilitação e amplificação de um edifício histórico, que mantém a fachada original e a traça arquitetónica característica da área, enquanto o interior foi transformado num moderno condomínio.
Florença: “cubo negro” situado no antigo Teatro Comunale divide a cidade
No lugar do histórico Teatro Comunale de Florença, em Itália, ergue-se hoje um edifício residencial que tem dado muito que falar – e nem sempre de forma positiva. Trata-se de um volume cúbico, em preto e branco, que contrasta com a estética do restante da cidade, tornando-se, em poucos dias, num caso polémico de urbanismo que divide a opinião pública. Entre quem clama ao horror e quem defende a legalidade do projeto, eis o que se está a passar.
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