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Construtoras portuguesas lideram consórcios aptos para obras no Metro do Porto

Wikimedia commons
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Autor: Redação

11 consórcios pré-qualificados para construir as novas linhas de Metro do Porto. Em ambos os concursos – um para a Linha Rosa e outro para a Linha Amarela – destacam-se os nomes de cinco consórcios liderados por construtoras portuguesas, nomeadamente pela Mota-Engil, Teixeira Duarte, Lena Engenharia, Zagope e grupo Alexandre Barbosa Borges (ABB).

Em causa está o prolongamento da Linha Amarela, entre Santo Ovídio a Vila d'Este, em Vila Nova de Gaia – para a qual foram considerados aptos sete agrupamentos, das 11 candidatas –, e a construção da Linha Circular (Linha Rosa), entre os Aliados/Praça da Liberdade e a Casa da Música. Neste caso, o júri pré-qualificou seis das 10 candidatas que apresentaram propostas, segundo o site do Metro do Porto, que em nenhum momento refere nomes de empresas.

No entanto, e de acordo com a notícia avançada pelo Jornal de Negócios, no concurso para a Linha Rosa foram pré-qualificados cinco consórcios liderados pelas portuguesas Mota-Engil, Teixeira Duarte, Zagope, Lena Engenharia, e grupo ABB e duas espanholas (a Acciona e a Sacyr). No caso da Linha Amarela, repetem-se os cinco consórcios das portugueses e a espanhola Acciona – neste concurso a Sacyr ficou de fora.

A fase de pré-qualificação prosseguirá agora com o “período de audiência prévia, no qual os candidatos podem apresentar as suas questões e eventuais reclamações”, lê-se ainda no comunicado da empresa. Posteriormente, a Metro do Porto convidará as empresas pré-qualificadas a apresentarem a respetiva proposta de preço para a execução das duas empreitadas de expansão da rede.

O investimento estimado para a expansão das duas linhas ronda os 300 milhões de euros. Para a Linha Rosa o valor base são 175 milhões de euros, com um prazo de execução de 42 meses, sendo que a extensão da Linha Amarela tem um valor base de 95 milhões de euros, e um prazo de execução de 34 meses.