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Construção de moradias de luxo no Gerês na mira do Ministério Público

Foram constituídos 31 arguidos, entre eles os proprietários dos terrenos das construções ilegais e autarcas.

Photo by Lili Tex on Unsplash
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Autor: Redação

O Ministério Público (MP) de Braga acusa 31 pessoas de falsificarem documentos para poderem construir moradias de luxo no Gerês. Em causa estão dois processos relacionados com construções ilegais, nomeadamente na área envolvente da Albufeira da Caniçada, que violam “normas legais de condicionante urbanística”. 

Entre os arguidos, além dos proprietários das construções ilegais, sobretudo moradias – algumas de luxo e com piscinas –, estão também presidentes de junta de freguesia e técnicos das câmaras municipais de Terras de Bouro e de Vieira do Minho, segundo escreve o Público.

Segundo a publicação, estão em causa estão crimes de violação de regras urbanísticas, de falsificação ou contrafacção de documento, de abuso de poder e de prevaricação de titular de cargo político.

No caso de Vieira do Minho, são 18 os acusados e, entre eles, estão o antigo vice-presidente e vereador da câmara Pedro Álvares e a notária Susana Sousa, bem como António Barbosa, presidente da Junta de Freguesia de Louredo. Relativamente a Terras de Bouro, há 13 acusados, entre eles João Paulo Araújo, presidente da Junta de Valdosende, e Serafim Alves, presidente da Junta de Rio Caldo.