Alta de Lisboa

CML assegura terrenos na Alta de Lisboa para habitação acessível

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) chegou a acordo com a Sociedade Gestora da Alta de Lisboa (SGAL) para manter na reserva municipal terrenos com mais de 71.500 metros quadrados (m2) de capacidade construtiva, avaliados em cerca de 46 milhões de euros. A autarquia pretende afetar os ativos a projetos de habitação acessível e pôr fim a um diferendo contratual que se prolongava há décadas.
Maria João Correia

Mais de 700 ativos depois, o que o ATLAS descobriu no território?

Lançada no passado mês de abril, a plataforma de inteligência territorial ATLAS, desenvolvida pelo Segmento Urbano, analisou já 702 ativos imobiliários, através de uma base de 813 utilizadores, chegando à conclusão de que existe uma procura transversal por parte de profissionais e particulares, assim como um interesse significativo por terrenos fora dos principais centros urbanos.

Arquitetura no limite: casa de sonho no Chile construída numa ravina

Hoje em dia, parece que construir em encostas íngremes pode trazer vantagens reais para proprietários e investidores. O desafio de edificar nestes terrenos exige criatividade, mas também grande domínio técnico. Em contrapartida, estas casas garantem uma privacidade maior, ao afastarem‑se dos núcleos urbanos mais densos. A Casa Negrilla, criada pelo atelier chileno Croxatto e Opazo Architects, ilustra bem esta abordagem construtiva no litoral sul‑americano. O projeto tira partido das características geográficas de Matanzas, no Chile, para maximizar a ligação visual à natureza envolvente.
Parque urbano do Parque Tejo

Estado transfere área do antigo complexo logístico da Bobadela para Loures

O Estado autorizou a transferência para o município de Loures de uma área do antigo Complexo Logístico da Bobadela, onde decorreu em 2023 a Jornada Mundial da Juventude, segundo um despacho publicado em Diário da República (DR). Em causa está um despacho assinado pelos ministros de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, que transfere para o município de Loures, no distrito de Lisboa, uma área de 256.161 metros quadrados, onde atualmente está implementado o Parque Papa Francisco.
Ponte de Lima

Governo cede terreno para novo centro tecnológico em Ponte de Lima

O Governo autorizou a cedência de um terreno da Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UPVC) ao Município de Ponte de Lima, para construção de um centro tecnológico, refere um despacho publicado em Diário da República (DR).A nova infraestrutura será destinada à Associação “3AR - Centro de Val
Metro Mondego

Metro Mondego vai vender dois terrenos de 290 m2 em Coimbra

A Metro Mondego, que assegura a operação do ‘metrobus’, afirmou que vai vender dois terrenos contíguos que totalizam 290 metros quadrados (m2) junto à Via Central, em Coimbra, com uma base de licitação de 535 mil euros.Os dois terrenos urbanos, que representam um lote junto à Via Central, por onde i
Cooperativas de habitação em Portugal

Cooperativas de habitação em Portugal: de onde vêm e para onde vão?

As cooperativas de habitação voltaram à mesa as políticas públicas perante a atual crise de acesso à habitação em Portugal, depois de estarem muito tempo “esquecidas”. Após o 25 de Abril de 1974, as cooperativas de habitação tornaram-se um instrumento importante de política habitacional para fazer face à escassez da oferta. Mas o setor cooperativo perdeu protagonismo a partir dos anos 80, quando o mercado imobiliário se profissionalizou, o crédito habitação se democratizou e a promoção privada ganhou escala. Descobre neste artigo de onde vieram as cooperativas de habitação e como é que, hoje, podem ajudar a criar mais oferta de habitação acessível para a classe média. A mediação imobiliária também pode ter o seu papel neste processo.
Limpeza de terrenos

Donos de terrenos pedem tolerância com fim do prazo de limpeza

O prazo para limpeza de terrenos, no âmbito da prevenção de incêndios rurais, terminou esta terça-feira (dia 30 de junho), mas as associações de proprietários pedem “tolerância” às autoridades antes da aplicação de contraordenações.O prazo para os trabalhos de gestão de combustível na rede secundári
terrenos rústicos

Terrenos sem dono passam para o Estado após 15 anos

As terras rústicas sem proprietário conhecido vão passar a ser abrangidas por um novo mecanismo de gestão pública, que prevê o seu registo provisório em nome do Estado. Caso, no prazo de 15 anos, não seja apresentada qualquer reclamação válida, esses terrenos poderão ser integrados de forma definitiva no património estatal.