Limpeza de terrenos

Donos de terrenos pedem tolerância com fim do prazo de limpeza

O prazo para limpeza de terrenos, no âmbito da prevenção de incêndios rurais, terminou esta terça-feira (dia 30 de junho), mas as associações de proprietários pedem “tolerância” às autoridades antes da aplicação de contraordenações.O prazo para os trabalhos de gestão de combustível na rede secundári
terrenos rústicos

Terrenos sem dono passam para o Estado após 15 anos

As terras rústicas sem proprietário conhecido vão passar a ser abrangidas por um novo mecanismo de gestão pública, que prevê o seu registo provisório em nome do Estado. Caso, no prazo de 15 anos, não seja apresentada qualquer reclamação válida, esses terrenos poderão ser integrados de forma definitiva no património estatal.
Identificação de terrenos em Portugal

O que posso construir aqui? Aplicação ATLAS faz raio-x aos terrenos

Chama-se ATLAS e é uma plataforma de inteligência territorial que promete transformar a forma como são tomadas decisões sobre terrenos no setor imobiliário e da construção. A aplicação, lançada pelo Segmento Urbano, empresa especializada em inteligência territorial aplicada ao desenvolvimento de ativos imobiliários, é apresentada oficialmente no Salão Imobiliário de Portugal (SIL), que se realiza de 23 a 25 de abril de 2026 na FIL, no Parque das Nações, em Lisboa.
Terrenos

Incêndios: limpeza de terrenos afetados pelo mau tempo alargada até junho

O Governo estendeu para 30 de junho o prazo para limpeza dos terrenos nos municípios abrangidos por declaração de calamidade, no âmbito da gestão de combustível na rede secundária, estabelecendo 31 de maio como limite para os restantes concelhos. Os prazos para a gestão de combustível na rede secundária para os municípios do continente são determinados anualmente pelo Governo, com o objetivo de contribuir para "a redução da propagação de incêndios rurais, a mitigação de riscos associados a fenómenos extremos e o reforço da resiliência territorial".
Imóveis devolutos

Tribunal rejeita aplicar IMI agravado a imóveis em zonas de pressão urbana

O Centro de Arbitragem Administrativa (CAAD) recusou aplicar a norma do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) que prevê o agravamento da taxa para prédios em ruínas, devolutos há mais de um ano ou terrenos para construção com aptidão habitacional situados em zonas de pressão urbanística. Os árbitros – Jónatas Machado, Alexandra Coelho Martins e Alexandra Iglésias – consideraram a medida desproporcionada e inconstitucional, por não constituir “uma solução equilibrada que concilie o direito à habitação com a proteção do direito de propriedade e o respeito devido aos princípios fundamentais do direito fiscal”.
Câmara de Cascais compra 32 terrenos

Câmara de Cascais paga 30 milhões por terrenos junto à Quinta da Marinha

A Câmara Municipal de Cascais vai pagar 30,2 milhões de euros por 32 terrenos localizados perto da Quinta da Marinha, uma das zonas mais caras e nobres do concelho. O município exerceu o direito de preferência na aquisição destes imóveis quando o dono pretendia vendê-los a duas empresas ligadas a cidadãos da Venezuela: a Country Ways, SA e à Logical Syntony.
Terrenos

Donos de terrenos rústicos têm de pagar registos do cadastro simplificado

Os proprietários de terrenos rústicos que pretendam identificar os limites das suas parcelas e atualizar os respetivos registos no Balcão Único do Prédio (BUPi) passaram, desde o início do ano, a ter de suportar taxas e emolumentos. Com esta decisão do Governo deixam de estar, também, garantidas a isenção de coimas e a não atualização de impostos, num processo criado para regularizar milhões de hectares sem dono conhecido e melhorar a gestão do território.
Divórcio: quem fica com a casa

Divórcio: de quem é a casa construída no terreno próprio de um cônjuge?

Um processo de divórcio, além de ter impacto direto a nível emocional entre as pessoas envolvidas, pode ser uma verdadeira dor de cabeça (também) em termos burocráticos, tendo impacto direto, por exemplo, nos ativos imobiliários detidos pelo ex-casal. Um exemplo: após o divórcio, de quem será a casa construída num terreno próprio de um dos cônjuges? Respondemos com fundamento jurídico.