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Estado quer ganhar 14 milhões com venda de imóveis em hasta pública

Gtres
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Autor: Redação

O Estado vai voltar a tentar vender património imobiliário em duas operações a realizar em julho, nos dias 7 e 9. Em causa estão 34 ativos – entre prédios, andares e terrenos –, com os quais o Estado estima arrecadar cerca de 14 milhões de euros de receitas.

De acordo com o Público, que se apoia em anúncios publicados no site da Direção-geral do Tesouro e Finanças (DGTF), na primeira ronda de hastas públicas, que se realizam no auditório do Ministério das Finanças, o Estado tentará vender 28 ativos. A maioria são andares situados em localidades como Estoril, Sargaçal, Évora ou Faro. A receita esperada com estas vendas ronda os três milhões de euros.

Já na segunda ronda serão colocados em hasta pública os seis imóveis mais caros: quatro terrenos, um edifício na Trofa e uma garagem militar em Lisboa – um ativo que o Estado tem tentando vender, sem sucesso. Este é o imóvel mais caro (3,6 milhões de euros) dos que vão a leilão, mas é seguido de perto por um terreno para construção com 13.577,64 m2 no Largo do Palácio de Queluz.

A publicação adianta ainda que há outro imóvel em hasta pública avaliado em mais de dois milhões de euros: um terreno para construção com 19.859,63 m2 na Fortaleza de Albarquel, em Setúbal, com o qual o Estado espera um encaixe mínimo de 2,225 milhões.