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EDP expande sede com novo edifício de escritórios na 24 de Julho

Autor: Redação

Construída há apenas cerca de um ano, a nova sede da EDP em Lisboa está a revelar-se pequena para as necessidades da elétrica. Mesmo por detrás do edifício da 24 de Julho, projetado por Manuel Aires Mateus, vai nascer outro bloco de escritórios, cujas obras de construção arrancam em 2017 e deverão estar concluídas em 2021. Ainda falta escolher o arquiteto.

“Será o prolongamento da atual sede para as pessoas que ainda estão nos edifícios da José Malhoa e do Marquês de Pombal”, ou seja, “para mais ou menos o mesmo que a nova sede, cerca de 800 pessoas”, disse ao Dinheiro Vivo o CEO da empresa, António Mexia. 

De acordo com o gestor, o novo espaço ocupará os terrenos onde hoje está um outro prédio da EDP que terá de ser demolido para dar lugar ao novo projeto e também será desenhado por um arquiteto de renome – tal como aconteceu no edifício da 24 de Julho, projetado por Manuel Aires Mateus – mas que ainda não está escolhido.

Novo projeto na 24 de Julho será mais barato

Uma coisa é certa, segundo o gestor citado pelo jornal, “será com certeza mais barato que a atual sede”, lembrando que o novo e emblemático edifício custou 57 milhões de euros.

“O princípio é o mesmo de quando foi feita esta sede [e decidiram sair do Marquês de Pombal e vender o edifício por 55 milhões de euros]. A venda dos vários escritórios que temos em Lisboa permite a centralização e relocalização das nossas pessoas sem custos adicionais, ou seja, as receitas da venda dos edifícios e a redução dos custos operativos tornam estas decisões racionais do ponto de vista económico”, explicou.