No ano passado verificaram-se menos 17,3% de insolvências no setor da construção e imobiliário que em 2013. Um valor que “ainda representa, em média, quatro insolvências diárias, ao longo do corrente ano, o que corresponde a mais de um quarto (25,6%) do total nacional”, revelou a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI).
A entidade estima que tenham fechado portas no ano passado 5.800 empresas, face aos 7.100 encerramentos verificados no ano anterior. Desde 2010 já faliram 39.641 companhias do setor, uma “realidade que foi acompanhada com a eliminação de 276.000 postos de trabalho”, adiantou a confederação.
Para 2015, e para dar início a um novo ciclo, a CPCI espera que o Governo assuma as seguintes metas: “Dar à reabilitação urbana uma dinâmica nacional, captar mais investimento estrangeiro, executar os fundos comunitários do QREN ainda disponíveis, concretizar o Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas, implementar o Programa Portugal 2020 e dar resposta ao repto corporizado pelo Plano Juncker”.
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