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Insolvências

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Bens imobiliários da têxtil Coelima avaliados em 13,3 milhões – menos de metade da dívida

Os bens imobiliários da têxtil Coelima, sedeada em Guimarães, estão avaliados em 13,3 milhões de euros, segundo o auto de apreensão entregue no tribunal pelo administrador de insolvência da empresa, cujo processo se arrasta desde abril. O valor do ativo imobiliário, composto por 11 parcelas entre edifícios e terrenos, não cobre nem metade das dívidas de 29,5 milhões de euros identificadas na petição da insolvência, escreve o Público. Há duas propostas em cima da mesa para comprar a Coelima, da Felpinter e da Mundotêxtil.

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PRR: o que muda quando há insolvência da construtora? Governo garante proteção das famílias

Um particular assina um contrato de promessa de compra de uma nova casa, paga um sinal e instala-se no novo lar. Em falta fica apenas a escritura para selar o negócio. Mas o que acontece se a construtora declarar insolvência e anular o negócio antes da assinatura final? Hoje, esta questão tem sido enquadrada por jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça, que protege as famílias, que têm direito de retenção, concedendo-lhes uma indeminização – o dobro do sinal pago, de acordo com o Código Civil. Mas as duas linhas escritas dos documentos anexos ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e dedicadas aos processos de insolvência geraram dúvidas entre os especialistas sobre uma possível alteração da posição da banca face à das famílias. Mas o que sugere afinal?

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Novo Banco é o segundo maior credor da empresa que gere o Zmar

São 16 milhões de euros que fazem do Novo Banco o segundo maior credor da empresa que controla o Zmar Eco Resort – a Multiparques. A maior credora é mesmo a Ares Lusitani – com 22 milhões de euros. Este é o empreendimento requisitado pelo Governo para instalar temporariamente 28 imigrantes, tendo em vista o controlo da situação epidemiológica no concelho de Odemira. Mas a massa insolvente do local teme que este processo coloque em causa o plano de recuperação já aprovado, que prevê a reabertura do espaço dia 28 de maio.

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Dolce Vita Miraflores está pela terceira vez no mercado - agora por 5,3 milhões de euros

Depois de tentar vender por duas vezes o falido Dolce Vita Miraflores, situado em Oeiras, o banco espanhol Abanca - e também credor hipotecário do ‘shopping’ - aposta numa terceira tentativa, colocando-o novamente no mercado. Desta vez, o seu valor base situa-se nos 5,3 milhões de euros, quase metade da avaliação realizada há três anos pelo banco.

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Dona do Zmar declarada insolvente – mas eco recort vai reabrir “em breve”

A dona e gestora do Zmar, a Multiparques A Céu Aberto, foi declarada insolvente em março – os credores podem reclamar os seus créditos até dia 12 de abril –, mas o eco resort localizado perto da Zambujeira do Mar deverá reabrir "em breve".

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Novo Banco recupera (para já) 6,5 milhões de euros do fundo imobiliário do GES Invesfundo III

Quando ainda havia o Grupo Espírito Santo (GES), o Banco Espírito Santo (BES) lançou, em conjunto com construtores e promotores imobiliários, vários fundos imobiliários designados Invesfundo. O terceiro destes veículos, o Invesfundo III, que foi herdado pelo Novo Banco (NB) e entrou em insolvência em junho de 2020, está agora pronto para começar a reembolsar os credores, sendo que cabe à entidade liderada por António Ramalho a maioria dos créditos: 58 milhões de euros.

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Construção dá novas provas de imunidade à Covid-19 com quebras no número de insolvências

Os impactos negativos da pandemia da Covid-19 no número de insolvências e constituição de empresas no país continuam a ser evidentes - as insolvências aumentaram 64,5% em agosto, face a igual período do ano passado, e as novas aberturas continuam em queda. Ainda assim, e numa espécie de contraciclo, o setor da construção e obras públicas destaca-se pela forma positiva como tem conseguido “escapar” à crise. Este segmento de negócio nunca parou, mesmo no período mais crítico do surto, e até conseguiu crescer, como já foi confirmado pelo INE. Foi também a única atividade a registar uma diminuição de 4,4% no número de empresas insolventes, até ao passado mês, se comparado com o período homólogo de 2019, segundo mostram os dados do mais recente relatório da Iberinform, filial da Crédito y Caución.

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Insolvências de empresas no primeiro semestre à lupa: construção resiste à pandemia

O número de empresas insolventes aumentou ligeiramente no primeiro semestre deste ano face ao mesmo período do ano passado (1.184 contra 1.154 insolvências), o que se poderá justificar, pelo menos em parte, com a pandemia da Covid-19. O setor da construção foi um dos que melhor resistiu à crise, tendo resgistado 109 insolvências, menos 16% que no período homólogo (129). Em causa estão dados que constam no Observatório Infotrust “Insolvências – 1º semestre 2020”.

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