Depois de Lisboa, o Porto, Vila Nova de Gaia e também Matosinhos. A startup imobiliária Sherlock Homes “aterrou” na capital portuguesa na segunda metade de 2019 e acaba de estrear-se na região norte do país. A proptech, que promete “revolucionar” o mercado nacional com a sua “inovadora” forma de transacionar imóveis, diz já ter poupado, até agora, mais de 600 mil euros em comissões na compra e venda de casas aos seus clientes.
A Sherlock chegou a Portugal com um novo modelo de agência imobiliária, deixando cair o modelo padrão de comissões baseadas em percentagens para cobrar uma taxa fixa de 3.999 euros.
“Entrar na região norte é o passo mais lógico. É indiscutível o potencial deste mercado e até aqui estivemos a testar o conceito em Lisboa e a preparar a expansão, estando agora preparados para dar este passo”, revela um dos fundadores do projeto, Cris Wood, ao idealista/news.
Segundo o responsável, o “negócio em Lisboa está a correr muito bem”. Adianta que mais de 165 proprietários “confiaram na Sherlock para vender o seu imóvel”, tendo sido possível poupar mais de 632 mil euros aos clientes desde que chegaram ao mercado. Cris Wood explica ainda que o processo de angariação da propetch “baseia-se na preparação e recolha de todos os documentos”, algo que permite "que o imóvel possa ser escriturado a partir do momento em que é divulgado”.
A agência acabou de chegar ao norte, mas revela já estar a “preparar a expansão para o sul do país”. “Estamos na fase final de escolher os locais exatos para dar esse passo”, assinala ainda o fundador. O objetivo da propetch é conquistar 5% do mercado imobiliário em três anos, o que equivale a mais de oito mil transações e a uma poupança anual em comissões de mais de 37 milhões de euros.
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