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Juros no crédito à habitação voltam a descer – prestação média mantém-se nos 235 euros

Segundo o INE, o capital médio em dívida aumentou 328 euros, fixando-se em 56.790 euros.

Foto de RODNAE Productions no Pexels
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Autor: Redação

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação voltou a descer em julho para 0,800%, menos 1,1 pontos base (p.b.) que em junho (0,811%), segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 328 euros, fixando-se em 56.790 euros. A prestação média manteve-se em 235 euros.

Segundo o INE, nos contratos celebrados nos últimos três meses a taxa de juro desceu de 0,693% em junho para 0,674% em julho. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 328 euros, fixando-se em 56.790 euros, e a prestação média manteve-se em 235 euros.

Para o destino de financiamento de aquisição de habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,816% (-1,2 pontos base face a junho). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro fixou-se em 0,670% (0,686% no mês anterior).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação manteve-se em 235 euros, sendo que, deste valor, 38 euros (16%) correspondem a pagamento de juros e 197 euros (84%) a capital amortizado.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação desceu sete euros, para 285 euros, e o montante médio do capital em dívida foi 116.815 euros, mais 1.950 euros que em junho.