CaixaBank vende 20 hotéis de luxo ao Fundo Apollo por 700 milhões

O banco catalão CaixaBank, maior acionista do BPI com 45,5%, está a desfazer-se de ativos que estavam a pesar nas contas na sequência de incumprimentos. Nesse sentido, vendeu 20 hotéis de quatro e cinco estrelas, no valor de 700 milhões de euros, ao Fundo de investimento norte-americano Apollo, que é dono da Tranquilidade e um dos interessados na compra do Novo Banco.
França obriga arquitetos a intervir em obras com mais de 150 m2

França obriga arquitetos a intervir em obras com mais de 150 m2

Em França, quem quiser fazer obras com mais de 150 m2 de área útil terá obrigatoriamente de recorrer a um arquiteto. Em causa está uma lei aprovada em setembro 2015 que foi agora complementada com a publicação do decreto regulamentar. A medida entrará em vigor a partir de dia 1 de março de 2017.
Casas de luxo em Nova Iorque em saldos

Casas de luxo em Nova Iorque em saldos

Parece que os saldos chegaram ao mercado imobiliário de luxo em Nova Iorque, nos EUA. Quem, por exemplo, comprou um apartamento na ultraluxuosa torre mais alta de Manhattan, no número 432 da Park Avenue, conseguiu descontos milionários, devido à forte oferta de produtos residenciais de alta gama que se vive atuamente na cidade norte-americana.
Amesterdão quer acabar com uso de gás natural no aquecimento do lar

Amesterdão quer acabar com uso de gás natural no aquecimento do lar

Perto de 90% das casas na capital holandesa utiliza o gás natural como fonte de energia para se aquecer e cozinhar. Mas esta realidade está em vias de mudar. Além de querer reduzir a dependência face à Rússia - que lhe garante 50% do gás natural que consome -, Amesterdão quer converter-se numa cidade livre de emissão de CO2 e, para isso, pretende acabar totalmente com o uso deste combustível. O objetivo é que esta meta seja atingida até 2050, mas o plano já está em curso
O que significa o "Não" do referendo em Itália?

O que significa o "Não" do referendo em Itália?

Itália votou "Não" à reforma da Constituição. Uma reforma que pretendia modificar 46 dos 138 artigos da Carta Magna, mas 59,95% dos italianos que foram às urnas optaram pelo "Não", enquanto apenas 40,05% deram o seu voto ao "Sim".