Primeira-ministra da Escócia

Escócia congela rendas e proibe despejos até à primavera

O governo escocês, à semelhança de outros países, como Portugal, aprovou um decreto de emergência para lidar com o aumento do custo de vida devido à inflação e às consequências económicas da guerra na Ucrânia. Entre as medidas que serão aplicadas até março do próximo ano, está estabelecido um veto temporário sobre despejos habitacionais e o congelamento da renda das casas, tanto na habitação pública como no mercado livre.
Governo quer aumentar parque habitacional público de 2% para 5%

Governo quer aumentar parque habitacional público de 2% para 5%

O Governo pretende aumentar o parque público habitacional dos atuais 2% para 5% nos próximos anos, com o objetivo de se aproximar progressivamente da média europeia. A garantia foi dada esta quinta-feira (8 de setembro de 2022) pela secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves.  
Habitação: Governo vai estudar práticas internacionais de regulação

Habitação: Governo vai estudar práticas internacionais de regulação

O Governo vai realizar um estudo ao mercado habitacional, com o objetivo de analisar as práticas internacionais em matéria de regulação e os respetivos resultados, bem como a situação atual do mercado de arrendamento em Portugal e respetivo regime legal, revelou esta quinta-feira (8 de setembro de 2022) o ministério das Infraestruturas e Habitação, em comunicado. O mercado de arrendamento tem estado, de resto, na ordem do dia, nomeadamente devido ao travão de 2% no aumento das rendas em 2023, anunciado recentemente pelo Executivo.
Mercado do Bolhão

Bolhão reabre: vendedores anseiam regressar àquela “casa” do Porto

A poucos dias da reabertura do Mercado do Bolhão, no Porto, após a reabilitação do espaço, os comerciantes estão a ultimar pormenores, preparando-se para regressar a “casa” e às bancas nas quais anseiam vender há mais de quatro anos e meio. Com 81 bancas, 38 lojas e 10 restaurantes, o Bolhão ac
Rendas vão subir com travão de 2%

Rendas nos novos contratos vão subir com travão de 2%, antecipa ANP

Muita procura, pouca oferta e alta inflação têm feito disparar o preço das rendas no mercado nacional. E face à decisão do Governo de não atribuir benefícios fiscais aos senhorios com contratos assinados em 2022, que serão obrigados a aplicar o limite de 2% caso queiram atualizar as rendas em 2023, os proprietários antecipam um agravamento ainda maior no custo de arrendar casa em Portugal até ao final do ano. Isto porque a solução dos senhorios será refletir no preço final a cobrar ao inquilino a diferença que não podem cobrar diretamente pela atualização real de 5,43%, nem por via dos apoios fiscais, previstos para todos os contratos assinados até ao final de 2021.
Arrendar casa em Portugal ficou 1,4% mais caro em agosto

Arrendar casa em Portugal ficou 1,4% mais caro em agosto

O ciclo inflacionista que está a assolar a Europa reflete-se nos diferentes setores da economia portuguesa, entre eles o imobiliário. As casas para arrendar continuam a ficar mais caras também por via do desequilíbrio entre alta procura para a escassa oferta.
encontrar um tesouro

Um proprietário renova a casa e encontra um tesouro que não pode usar

O sonho de muitas pessoas é voltar a residir na cidade onde viveram quando eram crianças. Com esta ilusão, Antonio 'Toño' Piñeiro, natural de Sober (Lugo/Espanha), comprou em 2015 uma casa na zona de A Puosada para se mudar de Valência, onde vive e trabalha, durante as férias. Aos poucos, ele foi renovando a casa, abandonada há quase 40 anos, e o que ele nunca imaginaria é que encontraria um total de 54.000 euros em pesetas durante as obras de reabilitação. Nove milhões de pesetas da época, das quais pouco menos da metade já não podem ser trocadas no Banco da Espanha.
Casas a estrear: ERA cria área de negócio para novos empreendimentos

Casas a estrear: ERA cria área de negócio para novos empreendimentos

A ERA criou uma área de negócio autónoma para novos empreendimentos, um segmento de negócio que representou, em 2021, cerca de 15% da faturação da rede imobiliária, tendo sido lançados 300 novos empreendimentos. “Com esta maior autonomia e enfoque na construção nova, espera-se que, até 2025, a venda de casas supere os 18 milhões de euros”, refere a mediadora em comunicado.