A baixa do desemprego, fruto da retoma económica, a par da mudança de regras na atribuição do subsídio de desemprego, levaram a uma poupança de 1.200 milhões de euros para os cofres do Estado em 2016 face a 2013. Desde o pico da crise, a despesa do Estado com a prestação paga aos desempregados caiu assim 45%.
Em 2013, quando a taxa de desemprego atingiu o máximo histórico de 17,8%, a despesa acompanhou o valor recorde, atingindo os 2,74 mil milhões de euros, segundo conta o Diário de Notícias.
Entre janeiro e dezembro do ano passado assistiu-se a uma forte redução deste valor, tendo saído dos cofres públicos 1,51 mil milhões de euros para a prestação paga aos desempregados. Para encontrar um número mais baixo, o jornal diz que é preciso recuar a 2008, antes do início da turbulência financeira.
No período destes três anos, entre 2013 e 2016, o número de desempregados inscritos no IEFP diminuiu 30,5%, bem como os beneficiários do subsídio que contou com uma diminuição de 41,5%.
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