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Resultados da pesquisa

Construção

Bruxelas propõe reduzir o IVA na construção e limitar rendas temporárias

Uma comissão do Parlamento Europeu aprovou esta terça-feira, dia 10 de fevereiro de 2026, um relatório que propõe uma taxa de IVA entre 2% e 5% para a construção de habitação e em que se admite a necessidade de medidas para limitar as rendas de curta duração. Este relatório, que visa responder à crise na habitação, foi aprovado esta segunda-feira na Comissão Especial sobre a Crise da Habitação, com 23 votos a favor, seis contra e quatro abstenções.
Habitação é prioridade de Seguro

Acesso à habitação entre os principais desafios de Seguro em Belém

Depois de ter vencido com o maior número de votos de sempre a segunda volta das eleições presidenciais 2026, contra André Ventura, o socialista António José Seguro prepara-se para assumir o cargo de Presidente da República a 9 de março - exatamente no dia em que faz 40 anos da tomada de posse de Mário Soares. E uma das grandes prioridades do sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa em Belém passa por garantir o acesso à habitação enquanto direito fundamental, numa altura em que os preços das casas estão a subir a níveis recorde e há falta de oferta para as famílias e jovens.
Borja Giménez Larraz

Eurodeputados aprovam medidas para combater crise habitacional na UE

O Parlamento Europeu deu um passo decisivo na resposta à crise habitacional que afeta milhões de europeus. Esta segunda-feira, dia 9 de fevereiro de 2026, a Comissão Especial adotou as recomendações finais sobre a crise da habitação, propondo medidas para garantir habitação digna, sustentável e acessível em toda a União Europeia (UE).
Lisboa

Altos preços das casas comprometem qualidade de vida das cidades

O índice de habitabilidade de uma cidade vai muito mais além de uma questão de estética urbana ou de serviços disponíveis. Envolve fatores como a segurança, a saúde, a educação, o ambiente, os transportes e, acima de tudo, habitação acessível. Nos últimos anos, muitas cidades do globo têm enfrentado uma crescente pressão sobre o custo de vida, com os preços das casas a disparar e a tornar o acesso a habitação própria permanente um desafio cada vez maior e chega a comprometer a qualidade de vida das cidades.
Observatório Imobiliário da Century 21

Crédito habitação continuará "forte" apesar do alto preço das casas

Nos últimos meses, a crise na habitação em Portugal tem gerado preocupação e análise constante por parte do Governo e dos especialistas do setor. Apesar do elevado preço das casas e do acesso cada vez mais difícil para comprar casa, os principais bancos antecipam que o crédito habitação continuará “forte” ao longo de 2026, apoiado pela estabilidade das taxas de juro – reforçadas pela decisão recente do Banco Central Europeu (BCE) de manter inalteradas as suas taxas diretoras –, pelo elevado nível de emprego e pela persistente escassez de oferta no mercado imobiliário.

Aldeia espanhola abandonada está à venda por 150 mil euros

Em Ponteceso, um concelho galego da província da Corunha, encontra-se Candelago, uma aldeia abandonada com vista para o mar que está à venda no Idealista por 150 mil euros. Situada em frente à famosa Costa da Morte, esta aldeia já leva vários anos no mercado, mas voltou a fazer manchetes depois de os proprietários terem reduzido 50 mil euros no preço final, face aos 200 mil euros pedidos inicialmente.
Coliving em Madrid

Madrid vai construir o primeiro ‘coliving’ municipal para jovens

A Câmara de Madrid vai iniciar este ano a construção do primeiro ‘coliving’ municipal de Espanha, um projeto pensado para ajudar os jovens a emanciparem-se através de uma nova fórmula de alojamento acessível. O edifício terá 49 estúdios individuais e várias zonas comuns, e ficará situado na rua Ofelia Nieto, no distrito de Moncloa-Aravaca. Segundo explicou Álvaro González, delegado da Área de Habitação, a primeira pedra será colocada antes do verão e o projeto terá um investimento de 6,5 milhões de euros.
Quartos para arrendar em Portugal

Quartos para arrendar: oferta cresce 79% e diminui pressão na procura

O mercado habitacional está caro tanto para comprar como para arrendar em Portugal, tornando-se difícil pagar uma casa sozinho. É por isso que arrendar um quarto continua a ser uma solução para estudantes e jovens deslocados, mas também para quem está a passar situações de separação, divórcio, desemprego ou aperto orçamental, incluíndo famílias, com filhos, que têm de optar por partilhar casa. Mas como está este mercado atualmente? Os dados mais recentes do idealista revelam que a oferta de quartos para arrendar no país cresceu 79% no quarto trimestre de 2025 face ao mesmo período de 2024. E, por conseguinte, a pressão da procura diminuiu na ordem dos 44% no último ano.
Sobrelotação habitacional

Sobrelotação habitacional afeta os mais novos (e não só) em Portugal

Quase 20% dos jovens até aos 17 anos vivem em casas sem espaço suficiente, tornando-os o grupo mais vulnerável à sobrelotação habitacional em Portugal. Em 2024, cerca de 1,2 milhões de pessoas (cerca de 11,2% da população) residiam em alojamentos com divisões insuficientes para garantir conforto e privacidade, num contexto em que o número de casas sobrelotadas cresceu mais de 17% na última década, apesar do fraco aumento do parque habitacional.
Preço das casas em Portugal

Novo recorde nos preços das casas em Portugal marca arranque de 2026

O arranque de 2026 é marcado por um novo recorde no custo das casas à venda em Portugal. É isso mesmo que diz o índice de preços do idealista (editor desta newsletter): os preços das casas subiram 13,1% em janeiro de 2026 face ao mesmo mês de 2025 (+2,6% em termos trimestrais), atingindo o novo máximo histórico pelo terceiro mês consecutivo de 3.047 euros por metro quadrado (euros/m2). Isto acontece numa altura em que os incentivos à compra de casa (como juros acessíveis no crédito habitação e apoios aos jovens) não estão a ser acompanhados por estímulos na mesma medida do lado da oferta, num momento em que a fileira da construção e imobiliário aguarda novidades sobre o pacote fiscal da habitação do Governo.