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Em Portugal, os preços das casas e as rendas continuam a subir, embora de forma mais lenta. Mas este crescimento continua a ser superior ao do salário das famílias. É por isso que a percentagem do rendimento familiar necessária para comprar ou arrendar casa voltou a subir no último ano na maioria das capitais de distrito do país, revela a análise do idealista, editor deste boletim. Em concreto, a taxa de esforço no arrendamento aumentou 5 pontos percentuais (p.p.), passando de 77% no segundo trimestre de 2023 a 82% no segundo trimestre de 2024. Já na compra de casa, a taxa de esforço nacional aumentou 4 p.p., passando de 66% para 70% em junho deste ano.
O Porto prepara-se para receber um edifício de escritórios de nova geração: chama-se VIVA OFFICES e está a ser construído na zona empresarial da cidade. A obra já pode ser visitada e deverá estar concluída no primeiro trimestre de 2025.
Os dias quentes de verão estão aí e convidam a dar um mergulho na piscina no final do dia. Mas quem quer comprar uma casa com piscina terá de se preparar para pagar mais. Isto porque, segundo a análise publicada pelo idealista (editor desta newsletter), comprar um apartamento com piscina em Portugal é, em média, 61% mais caro do que comprar uma habitação sem esta comodidade. Além disso, há poucas casas com piscina à venda no país, já que só 11,2% dos apartamentos anunciados na plataforma imobiliária em junho dispõem deste extra.
Foi no mercado de arrendamento que muitas famílias encontraram uma solução habitacional em 2023, numa altura em que comprar casa ficou mais caro, tanto pela subida de preços, como pelo aumento dos juros no crédito habitação.
Em 2023, o mercado de compra e venda sentiu – e muito - os efeitos das mudanças económicas, marcadas por uma elevada inflação e subida de juros nos créditos habitação.
O grupo Pestana vai construir um novo empreendimento com 246 apartamentos em Porto Covo, próximo da Praia Grande. O projeto – vai chamar-se Pestana Porto Covo Beach Residences – encontra-se em fase final de licenciamento e estará inserido num condomínio privado, localizado na frente-mar, com piscinas privativas, jardins e áreas de lazer.
O projeto para a Alta Velocidade entre Lisboa e Porto irá receber fundos europeus de 813 milhões de euros para a primeira fase, um dia depois de o Governo ter aprovado o lançamento do segundo troço.
Há famílias que procuram mudar de vida para o interior do país. Aqui encontram maior paz, contacto com a natureza, comunidades acolhedoras e paisagens de cortar a respiração. Mas não só. Também é aqui que conseguem ter melhor qualidade de vida e uma menor ginástica financeira, desde logo porque encontram casas à venda bem mais baratas do que nos grandes centros urbanos ou no litoral. Aliás, é nos distritos situados no interior de Portugal onde se encontram os 10 municípios mais baratos para comprar casa.
A compra de casas em Portugal por estrangeiros caiu no início de 2024, coincidindo com o fim do regime de Residentes Não Habituais (RNH) nos antigos termos e do programa vistos gold para investimento imobiliário.
A venda de casas em Portugal continuou a cair no arranque de 2024, apesar de o clima económico estar mais estável, a inflação estar a descer e os juros do crédito habitação também. Este arrefecimento da procura de casa tem efeito sobre o custo da habitação, provocando uma desaceleração na subida dos preços. É isso mesmo que mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) esta terça-feira divulgados: o preço das casas vendidas no país voltou a abrandar no início deste ano, tendo subido apenas 5% face ao período homólogo. Mas este não é um cenário visível em todo o país, já que o preço das casas acelerou em 14 dos 24 municípios mais populosos.
Seria necessário construir cerca de 60.000 casas por ano para resolver o problema da habitação em Portugal, segundo Jorge Nandin de Carvalho, presidente da Associação Portuguesa de Projetistas e Consultores (APPC). Para este responsável, a crise habitacional tem as suas raízes num “desalinhamento dos rendimentos dos portugueses face aos atuais custos dos terrenos e aos custos de construção”, sendo necessário, por isso, combatê-la em várias frentes. A carga fiscal é uma delas – mas não é a única –, tal como explica em entrevista ao idealista/news.
A Assembleia Municipal do Porto aprovou, por maioria, a aquisição, por três milhões de euros, de um parque de estacionamento na zona de Miguel Bombarda, Cedofeita e Carlos Alberto, no centro histórico, para retirar os carros do espaço público.
Aveiro, conhecida como a Veneza portuguesa, encanta qualquer visitante pelos seus canais, a sua arquitetura Art Nouveau, a produção de sal nas marinhas tradicionais e as suas praias.
As praias de Aveiro são conhecidas pelas suas areias douradas, águas limpas e uma combinação de área
Viana do Castelo, uma cidade repleta de encantos naturais e culturais destaca-se, também, pelas suas praias.
É mais um empreendimento residencial a nascer no Grande Porto. O Docks Matosinhos, que terá cinco pisos e 31 apartamentos de tipologias T1 e T2, com áreas que variam entre 53 m2 e 114 metros quadrados (m2), todos com varandas e estacionamento subterrâneo, vai sair do papel pela mão da Thomas & Piron, num investimento total de cerca de 12 milhões de euros. Os preços dos apartamentos começam nos 265.000 euros e podem chegar aos 450.000.
O grupo hoteleiro espanhol Barceló, que recentemente anunciou um investimento de 50 milhões de euros na Madeira, admite novos projetos naquele arquipélago, mas está agora “focado na entrada em Portugal Continental”, nomeadamente Lisboa, Porto e Algarve.
O mercado de arrendamento em Portugal tem sido confrontado com várias mudanças no último ano, as quais têm tido efeitos no aumento da oferta disponível. Por um lado, a procura de casas para arrendar continua arrefecida perante as altas rendas. E, por outro, a redução de impostos sobre as rendas, entre outras alterações legislativas, poderão estar a influenciar a colocação de mais casas no mercado de arrendamento do país. Neste cenário, o stock do parque habitacional português disponível para arrendar no segundo trimestre de 2024 subiu 67% face ao que estava disponível no mesmo período de 2023, segundo revela a análise do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa e editor desta newsletter.
A venda de casas em Portugal continuou a cair no arranque de 2024, apesar de os juros no crédito habitação já estarem a descer há vários meses. Esta menor procura de casas à venda no país está a ter impacto na evolução dos preços, que têm vindo a subir de forma mais lenta. E também se tem refletido no aumento da oferta de habitações disponíveis para comprar. É isso mesmo que mostram os dados analisados pelo idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa e editor deste boletim: o stock do parque habitacional português disponível para vender no segundo trimestre de 2024 subiu 10%, face ao que estava disponível no mesmo período de 2023.
Viver numa moradia independente sempre foi uma ideia bastante atrativa para um grande número de pessoas.
Com os dias quentes, são muitas as pessoas que procuram experiências ao ar livre.