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O segmento da remodelação de imóveis ganhou ímpeto durante a pandemia, que desencadeou um ‘boom’ no setor, refletindo uma mudança paradigmática na forma como se vive a habitação.
A Câmara de Matosinhos lançou esta segunda-feira (1 de julho de 2024) três concursos públicos, no valor total de mais de 31 milhões de euros, para construção de habitação social em duas freguesias deste concelho do distrito do Porto.
O Governo lançou à cidade do Porto o desafio para um projeto-piloto para reformular a logística urbana, tornando-a mais sustentável e descongestionada, após o estar a desenhar para Lisboa, anunciando que pretende fazê-lo em ainda mais cidades.
"Temos já em desenho um projeto-piloto na cidade de Lis
A tensão no mercado de arrendamento continua a aumentar em Portugal. As rendas das casas têm vindo a subir mês após mês, embora de forma mais lenta, atingido mesmo o valor máximo dos últimos cinco anos em junho. Isto acontece, sobretudo, porque o aumento da oferta de casas para arrendar (e a preços acessíveis) não foi suficiente para responder à alta procura existente no país. Foi precisamente para responder à crise de acesso ao arrendamento que o Governo de Montenegro desenhou várias medidas, como o alargamento do apoio à renda e do programa Porta 65 Jovem. Neste artigo, o idealista/news faz uma viagem ao passado para mostrar como é que se agravou o acesso à habitação no mercado de arrendamento em Portugal, nomeadamente em Lisboa e no Porto.
Hoje, arrendar uma habitação no país é um verdadeiro desafio, perante a falta de oferta de casas e as elevadas rendas. E a verdade é que, com o atual dinamismo deste mercado, os preços das casas para arrendar em Portugal voltaram a subir 2,4% no segundo trimestre deste ano, face ao trimestre anterior. Assim, arrendar casa passou a ter um custo mediano de 16,2 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de junho, segundo revela o índice de preços do idealista, editor desta newsletter. Já em relação à variação mensal, as rendas subiram 0,6%.
A Hipoges anunciou recentemente que tem uma nova campanha em Portugal para a venda de ativos ocupados e arrendados. Chama-se “TOP Investimento e Rentabilidade” e abrange mais de 400 imóveis que se encontram ocupados ou arrendados.
As casas para arrendar estão a ficar mais caras em Portugal. E esta realidade é especialmente visível nos 24 municípios mais populosos do país, onde o desequilíbrio entre a alta procura e falta de oferta é mais evidente.
O mercado de arrendamento em Portugal continua dinâmico, apesar de a oferta de casas a preços acessíveis ser escassa.
As casas à venda em Portugal continuam a ficar mais caras (embora a menor ritmo), agravando cada vez mais o problema de acesso à habitação que hoje assola o país. É isso mesmo que revela o índice de preços do idealista, editor deste boletim: o preço das casas em Portugal subiu 2,8% no segundo trimestre do ano face ao trimestre anterior, uma evolução que fixou o custo mediano da habitação nos 2.683 euros por metro quadrado (euros/m2) no final de junho. Este é um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 18 capitais de distrito entre abril e junho, com Ponta Delgada a liderar as subidas (8%). As casas também ficaram mais caras em Lisboa (1,3%) e no Porto (0,9%). Já em relação à variação anual, os preços das casas no país subiram 7%.
O BF Grupo investiu 25 milhões de euros em residências sénior em Portugal, incluindo duas em Lisboa e uma nova que é inaugurada esta quinta-feira, dia 26 de junho, em Cascais, indicou a empresa, que pretende abrir mais unidades até 2030.
“As residências de Lisboa (são duas, São Miguel e Ávila) e a
O mercado imobiliário LGBTI continua a ganhar espaço em Portugal, refletindo o potencial de crescimento deste segmento, impulsionado pela atratividade do país para a comunidade.
Com bairros inclusivos e uma crescente procura por ambientes seguros e acolhedores, Portugal tem vindo a posicionar-se como um destino de referência para a comunidade LGBTI, dinamizando o mercado imobiliário e promovendo a diversidade.
O segmento de escritórios, um dos mais afetados pela pandemia da Covid-19, que levou muitas empresas e pessoas a optar pelo teletrabalho ou pelo regime híbrido, está a dar sinais de recuperação este ano. Pelo menos em Lisboa e no Porto. Na capital, foram ocupados 119.000 metros quadrados (m2) apenas nos primeiros cinco meses do ano. Trata-se de um volume de absorção 6% superior face ao registado em todo o ano passado (112.500 m2). No Porto, foram ocupados 27.500 m2, mais 36% que no período homólogo. Em causa estão dados que constam no recente relatório mensal Office Flashpoint da JLL.
A cidade do Porto tem um novo condomínio privado de luxo. As Camélias, nome pelo qual foi batizado este empreendimento, está situado na zona da Boavista e é composto por 20 habitações. As Camélias conjugam sustentabilidade, qualidade premium e uma localização privilegiada, junto ao Parque Residencial da Boavista, e começaram a ser comercializadas este mês de junho.
Os 'flex offices', também conhecidos por espaços de coworking, são alternativas aos escritórios tradicionais e oferecem às empresas a possibilidade de usufruírem de espaços flexíveis e de zonas comuns partilhadas num modelo de prestação de serviços.
O investimento em imobiliário continua ativo e dinâmico, mantendo uma tendência de crescimento. O setor oferece um mix de estabilidade, valorização a longo prazo e diversificação de portfólio. No entanto, para minimizar riscos e rentabilizar retornos, é essencial uma análise dos diferentes aspetos que influenciam o mercado. Afinal, quais são as tendências do momento?
É mais um negócio que mostra que o segmento da logística e indústria em Portugal continua resiliente e a atrair investidores. A belga Mitiska REIM, especializada em imobiliário de conveniência na Europa, anunciou a celebração de uma parceria com a Chancerygate, promotor de logística urbana do Reino Unido, para promover projetos de ‘light industrial’ em regime de arrendamento em Portugal. A primeira aquisição da ‘joint venture’ é um terreno de 2,7 hectares localizado no concelho de Sintra.
O conforto térmico tem sido um dos requisitos fundamentais de grande parte das pessoas que procuram comprar uma nova habitação.
A prestigiada Foz do Douro, no Porto, começa a ver nascer um novo projeto residencial pensado para proporcionar o máximo conforto e sofisticação aos futuros residentes. O Molhe 479, como foi batizado este novo empreendimento de luxo, é composto por quatro moradias unifamiliares de tipologia T4 e áreas acima de 500 metros quadrados (m2). O seu design contemporâneo é da autoria do gabinete de arquitetura nacional MUTANT Architecture & Design.
A MOME acaba de abrir candidaturas para a nova cooperativa de habitação no Porto. Situada na zona do Carvalhido, a Hera.coop terá 98 apartamentos, distribuídos por um edifício com dois blocos, incluindo 44 T0 (lofts), 28 T2 e 26 T3. O empreendimento destina-se ao segmento médio, com preços a partir de 187 mil euros.